Frase

"Pourquoi sommes-nous toujours fascinés par ces images du passé? Parce que nous sommes des espèces de dieux quand nous regardons en arrière. Dieu connaît tous les temps et Il connaît tous les avenirs. Nous ne connaissons qu'un avenir: c'est l'avenir du passé". Jean d'Ormesson.(clique aqui para ler a tradução)

(Frases antigas)

São Paulo, quinta-feira, 28 de outubro de 2010

"Onda conservadora" - A força do Brasil real

Autor: Edson Carlos de Oliveira   |   18:01   2 comentários

Hoje a Folha de São Paulo publicou uma matéria importante (aqui) que mostra como as reações sadias da nação podem colocar contra a parede e fazer recuar as forças revolucionárias em seus anseios anti-cristãos.

A "onda conservadora", conforme linguagem da feminista Rose Marie Muraro, tirou espaço no atual debate eleitoral da defesa intransigente da liberação do aborto. As feministas consideram que não é hora para o assunto e apoiam o "recuo", que julgo meramente retórico, de Dilma em relação ao tema.

Maria Laura Pinheiro, ex-secretária-adjunta da Secretaria de Políticas para as Mulheres e coordenadora da comissão tripartite que fez o projeto de lei, em 2005, da descriminalização do aborto, afirma que em período eleitoral esse assunto só é levantado por "quem quer queimar o movimento feminista". Deixando claro, com isso, que o eleitorado brasileiro não apóia essa bandeira feminista e que as iniciativas de projetos de lei para liberar o aborto são feitas sem respaldo popular.

A afirmação de Laura Pinheiro também nos revela que quanto mais silêncio sobre o assunto, tanto melhor para a causa abortista. É por isso que o "recuo" de Dilma as favorece, pois visa tentar tirar o tema do debate nacional nesse período de eleição.

Tática do "recuo" de Dilma explicado pelas feministas

A palavra recuo fica muito bem entre aspas, pois se trata mais de uma tergiversação do tema, uma mudança de foco e não de opinião.

Para Maria Lucia da Silveira, socióloga e militante da Marcha Mundial de Mulheres, pelo menos Dilma trata o aborto como questão de "saúde pública". "O correto é dizer sou contrário à criminalização. E é o que ela está falando", diz. 

Para Suely de Oliveira, colaboradora do programa de Dilma, cabe ao Congresso a discussão do tema. Dilma, por outro lado, como potencial gestora, deveria focar no atendimento a quem aborta.

O recuo, nesse caso, é uma mudança retórica para confundir o eleitor, mas assim só o fizeram porque se viram obrigados pela pressão da "onda conservadora".

O maior perigo para o Brasil: Congelar a onda

Conforme disse Rose Marie à Folha sobre a - controvertida - volta atrás da candidata petista: "entendo e faria a mesma coisa. Há oito anos [de governo] para isso, ou quatro que seja. Não é o fim do mundo".

A tentativa das feministas será em vão, sim, até o fim do mundo se não baixarmos a guarda. Como bem alertou Edmund Burke: "Para o triunfo do mal, basta que os bons não façam nada." A onda, por maior que seja, quando congelada, de nada é capaz. "Vigiai e orai" (Mt, 26, 41), que o Brasil não esqueça desse valioso conselho do Divino Mestre.

2 comentários:

Esta matéria da Folha reproduzida neste excelente blog só reforça e confirma as analises que fiz em meu blog www.monarquia-ja.blogspot.com
logo após as eleições, para elevar os ânimos dos brasileiros descontentes com a eleição de Dilma. Fiquemos vigilantes e não permitamos que Dilma e seus companheiros adormeçam mais uma vez esta gigante chamado Brasil.