Frase

"Pourquoi sommes-nous toujours fascinés par ces images du passé? Parce que nous sommes des espèces de dieux quand nous regardons en arrière. Dieu connaît tous les temps et Il connaît tous les avenirs. Nous ne connaissons qu'un avenir: c'est l'avenir du passé". Jean d'Ormesson.(clique aqui para ler a tradução)

(Frases antigas)

São Paulo, sábado, 18 de dezembro de 2010

Aborto para encobrir a promiscuidade sexual - Ligue 100 e proteste contra as declarações do governador do Rio de Janeiro

Autor: Edson Carlos de Oliveira   |   20:42   Seja o primeiro a comentar

“Quem aqui não teve uma namoradinha que teve de abortar?”, perguntou o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral.
De acordo com os jornais Folha de São Paulo, Valor e Estado de São Paulo, de 15 de dezembro, o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), voltou a defender uma ampla descriminalização do aborto.

A declaração foi feita em São Paulo, em encontro com empresários no seminário sobre oportunidades de negócios promovido pela Revista Exame para debater as oportunidades que a Copa e as Olimpíadas devem levar ao Rio de Janeiro. Nessa ocasião, o governador fluminense enveredou seu discurso sobre a necessidade de reformular a legislação, segundo ele, “errada, falsa e hipócrita” sobre o aborto.

Divórcio entre o Brasil real e o Brasil político

“Vamos pegar países onde a religião tem um peso significativo: Espanha e Portugal, só para citar a Península Ibérica. Itália, França, EUA, país protestante, Grã-Bretanha. Será que esses países gostam menos da vida do que o povo brasileiro?”, perguntou o governador como se a religiosidade fosse algo que os políticos laicos europeus levassem em consideração na hora de legislar.

Mesmo no Brasil esse divórcio entre o mundo político e a população é palpável. Exemplo disso é o próprio Sérgio Cabral que contrariando os 82 % dos brasileiros que se declararam contrários ao aborto, conforme a pesquisa recente do Vox Populi, defende a ampliação dos casos de aborto não penalizados pela legislação brasileira.

Aborto para encobrir a promiscuidade sexual

Dirigindo-se aos empresários em termos que chegam a ser chocantes, disse o governador: “quem aqui não teve uma namoradinha que teve de abortar?”

Em 2007, Cabral defendeu o aborto como política de segurança pública e chamou a favela da Rocinha de “fábrica de produzir marginal”. Agora quer a ampliação do aborto como meio de encobrir a promiscuidade sexual.

Nesse mesmo discurso em que afirmou haver “muita hipocrisia no Brasil”, o governador disse que “ninguém é a favor do aborto”.

Clique aqui, acesse o site do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira e veja como protestar contra essas declarações que defendem a ampliação do aborto para encobrir a promiscuidade sexual.

0 comentários: