Frase

"Pourquoi sommes-nous toujours fascinés par ces images du passé? Parce que nous sommes des espèces de dieux quand nous regardons en arrière. Dieu connaît tous les temps et Il connaît tous les avenirs. Nous ne connaissons qu'un avenir: c'est l'avenir du passé". Jean d'Ormesson.(clique aqui para ler a tradução)

(Frases antigas)

São Paulo, domingo, 22 de maio de 2011

Músicas tradicionais da Bielorússia

Autor: Edson Carlos de Oliveira   |   16:05   2 comentários


A névoa cobre o campo de batalha. Separados por 500 metros, frente a frente, não só os exércitos são opostos, mas também a Fé de cada um dos lados.

Os estandartes tremulam. Neles está gravado o brasão do católico Grão-Ducado da Lituânia. Na frente das tropas a cavalaria se posiciona. O frio intenso faz condensar a respiração forte dos cavalos que parecem arder no desejo de serem lançados como uma flecha por cima do adversário.

No extremo oposto, os bárbaros e pagãos tártaros estão a postos para tentar, em vão, conquistar pela força o território que não lhes pertence.

Machados, lanças, o violento trote dos cavalos em ordem de batalha que somente a habilidade dos ginetes os impedem de partir imediatamente para o combate, o som dos soldados armados, tudo faz ver que ninguém tem a mínima vontade de ceder nem de recuar. Mas uma coisa deixa isso muito mais evidente: o olhar penetrante e decidido dos católicos de derramar o próprio sangue para proteger sua Fé e suas casas.

Em homenagem àqueles que deram sua vida pela Fé católica na Europa Oriental – não só vítimas das hordas pagãs ou heréticas, mas também do comunismo pútrido e sanguinário -, segue duas músicas tradicionais da Bielorússia que pertencia historicamente ao Grão-Ducado da Lituânia.

Клецкая бітва (Guerra contra os Tártaros):
Guerra contra os Tártaros

Песнь Монаршэ Вечнэму (Canção ao Eterno Monarca: Narração da determinação dos primeiros católicos na Europa Oriental em manter sua Fé):
Canção ao Eterno Monarca

Detalhe sobre a primeira música:

A letra é um poema de 1582 que narra a vitória, na batalha de Kletsk, ocorrida em 1506, dos polacos-lituanos liderados pelo duque católico Michael Glinski, em apoio ao rei da Polônia, contra os tártaros e russos.
Alexandre, o Jaguelônico, rei polonês e grão-duque da Lituânia, recebeu apoio do papa Júlio II com o obulo de São Pedro e outras ajudas financeiras para auxiliar na luta também contra os cavaleiros teutônicos que pouco tempo depois se tornariam oficialmente protestantes.

Na História da Polônia, a expulsão da Ordem Teutônica - que administrava um bom território polonês - é considerada provindencial pois evitou na época a protestantização daquela região. Graças a isso, hoje, na Polônia, 95% dos habitantes professam a Fé Católica, Apostólica, Romana.

2 comentários:

Acho que da minha cabeça. Peço desculpas pela minha falta de experiência literária.