Frase

"Pourquoi sommes-nous toujours fascinés par ces images du passé? Parce que nous sommes des espèces de dieux quand nous regardons en arrière. Dieu connaît tous les temps et Il connaît tous les avenirs. Nous ne connaissons qu'un avenir: c'est l'avenir du passé". Jean d'Ormesson.(clique aqui para ler a tradução)

(Frases antigas)

São Paulo, sexta-feira, 27 de maio de 2011

Na República Tcheca, memorial lembra religiosos católicos perseguidos pelo comunismo

Autor: Ivan Rafael   |   19:43   Seja o primeiro a comentar



De acordo com o site de notícias da UOL (5/5/11), na República Tcheca, será construído um memorial em homenagem aos mais de 11 mil religiosos católicos que sofreram em campos de concentração durante o regime comunista Tcheco (1948-1989).

O memorial, feito por iniciativa particular, será construído no santuário de Kraliky, que fica ao leste da Boêmia. Nele, durante os anos de cativeiro, estiveram presos pelo menos 540 religiosos.


De 1950 a 1961 foram fechados todos os conventos na Tchecoslováquia. Durante a operação K, todos os religiosos foram transferidos para prisões de centralização “a fim de eliminá-los violentamente”, como lembra Richard M. Sicha, diretor do Museu das Fortalezas Tchecoslovacas dos anos 1935-1938, hoje um dos responsáveis pela obra.




Situação essa que foi fortemente denunciada por Plínio Correa de Oliveira, já em 1963, com seu livro: “Acordo com o regime comunista – Para a Igreja, esperança ou autodemolição?”
Apenas em abril e maio do ano de 1950 foram presos 2.300 párocos e monges dos 3 mil que haviam no país! E ainda cerca de 8 mil religiosas. Enquanto elas eram obrigadas a trabalhar na indústria, os padres trabalhavam na agricultura, sempre ameaçados pela estrita vigilância da polícia comunista chamada de Statni Narodni Bezpecnost (SNB).

O Santuário será dividido em vários setores de exposição. O primeiro será dedicado a expor a “filosofia da liquidação da influência da Igreja” e a inauguração está prevista para Janeiro de 2012.

O memorial é uma lembrança aos religiosos católicos, pois não há registros de prisões e deportações de clérigos de outras confissões, aos quais as perseguições eram muito mais brandas.

Embora muitos “católicos” da época e de hoje não queiram ver a contradição entre o Comunismo e a Igreja, desejando uma coexistência pacifica entre os dois, os comunistas, por sua vez, enxergam bem! E sabem que aonde a Igreja – não me refiro aos tristes elementos progressistas – exerce a sua influência, ali o comunismo não consegue se firmar.

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