Frase

"Pourquoi sommes-nous toujours fascinés par ces images du passé? Parce que nous sommes des espèces de dieux quand nous regardons en arrière. Dieu connaît tous les temps et Il connaît tous les avenirs. Nous ne connaissons qu'un avenir: c'est l'avenir du passé". Jean d'Ormesson.(clique aqui para ler a tradução)

(Frases antigas)

São Paulo, terça-feira, 24 de maio de 2011

ONU estuda conceder “direitos humanos” à “Mãe Terra”

Autor: Luis Dufaur   |   22:27   Seja o primeiro a comentar

Morales inicia segundo mandato com culto à Mãe Terra

A Bolívia apresentou à ONU a proposta de estender à “Mae Terra” alguns dos direitos próprios dos humanos, informou a agência LifeSiteNews.

Um especialista em bioética qualificou o pedido de “loucura extrema”. Mas a proposta está em plena coerência com a doutrina ambientalista radical.

Essa promove a extensão dos “Direitos Humanos” a animais, plantas e minérios, introduzindo uma profunda e geral desordem.


O tratado concederia “direitos humanos” à “Mãe Terra” ‒ “pachamama” no linguajar do pré-histórico paganismo indígena andino e “Gaia” no jargão do ambientalismo mais atualizado.

Culto à Pachamama para ocidentais
"verdes", Moray, Peru
Em 2011, Evo Morales promulgou a “Lei dos Direitos da Mãe Terra” que considera os recursos naturais como “bênçãos” que têm direitos plenos.

Maluquice? Não. O texto legal adota a formulação mais “ortodoxa” da “religião verde”.

As semelhanças entre a proposta do governo de Evo Morales e as doutrinas “verdes” levantam a suspeita que o plano seja fruto de algum ideólogo europeu ou americano.

Pelo projeto introduzido na ONU, a Terra teria absurdamente “direito” à vida, à água, ao ar limpo e à ausência de poluição porque seria reconhecida como um ente vivo ‒ tal como postula a Campanha da Fraternidade 2011.

Gaia: aparência nova para
velha superstição
Pelo projeto, os homens não teriam direito a “dominá-la e explorá-la”, crime atribuído ao agronegócio e a todo produtor sensato desde o primeiro homem que iniciou a agricultura.

O tratado reconheceria que os humanos causaram “graves destruições ... e que isso é uma ofensa às múltiplas fés, sábias tradições e culturas indígenas para as quais a Mãe Terra é sagrada”.

O tratado deveria instalar um Ministério da Mãe Terra dotado de ombudsman.

A função dele consistiria em atender as reclamações de ativistas verdes e líderes religiosos portadores das queixas da natureza.

Presidente Morales com xamã
argentino. Religiosos e ativistas
serão portavozes da natureza
O debate do tratado foi aberto na ONU em 20 de Abril e foi precedido pelo “Dia da Mãe Terra” internacional.

O Dia foi comemorado com apagões simbólicos em dezenas de cidades “capitalistas” e “destruidoras da natureza”.

Diante do absurdo, Wesley Smith, especialista em bioética, alertou que a proposta na realidade destrói os genuínos direitos do homem.

“Eu não posso imaginar vias tão eficazes para subverter a unicidade do ser humano e destruir a prosperidade dos homens como conceder à ‘natureza’ ‘direitos’ co-iguais aos dos humanos”, disse.

“Lembre que possuir direitos implica ter personalidade jurídica... isto é como declarar que a natureza e a terra são pessoas”.

“Acabando com a unicidade do ser humano nós destruímos as próprias bases dos direitos humanos”, acrescentou.

Em 2008, a Bolívia distribuiu na ONU panfletos com os “10 Mandamentos” para “salvar o planeta” que exigem como ponto de partida dar cabo do “capitalismo”.

Aquilo que Marx sonhou e Lenine, Stalin, Mão, Fidel e companheiros não conseguiram, os ambientalistas tentam realizar com vestes seudo-religiosas não vermelhas mas verdes

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