Frase

"Pourquoi sommes-nous toujours fascinés par ces images du passé? Parce que nous sommes des espèces de dieux quand nous regardons en arrière. Dieu connaît tous les temps et Il connaît tous les avenirs. Nous ne connaissons qu'un avenir: c'est l'avenir du passé". Jean d'Ormesson.(clique aqui para ler a tradução)

(Frases antigas)

São Paulo, segunda-feira, 2 de maio de 2011

Por que 2 bilhões de pessoas assistiram ao casamento do Príncipe William?

Autor: Edson Carlos de Oliveira   |   19:55   5 comentários


O fato de as mídias divulgarem escândalos cometidos por membros das famílias reais comprova que, conscientemente ou não, para a opinião pública a nobreza deve ser integra em sua apresentação e em suas ações e ser exemplo para as demais famílias do país.

Uma família real é, antes de tudo e simplesmente, uma família. Mas não qualquer família, é a família por excelência da Nação. Aquela que tem por vocação ser modelo e arquétipo do trato familiar em seu país. Os povos tendem a querer que, o que há de bom e saudável em seus lares, exista de maneira ainda mais excelente naquela residência que os representa: a casa real.


Uma nação é um conjunto de famílias, e, por isso, o modelo monárquico naturalmente o de todos os povos, desde que se tem notícia na História da Humanidade, até a Revolução Francesa de 1789. Antes disso houve algumas repúblicas, é certo, como entre os gregos da Antiguidade e, na Idade Média, as repúblicas aristocráticas, como as de Veneza e Gênova. Mas todas elas tinham por base a desigualdade de classes sociais. Entre os gregos antigos, essa desigualdade admitia até a escravidão. Na Idade Média, sob o maternal bafejo da Igreja Católica, o relacionamento entre as classes era de harmonia e cooperação. Seja como for, o fato é que a regra absolutamente generalizada era a monarquia.

A recente proliferação de repúblicas – estamos falando de séculos, portanto, é recente - foi algo imposto por minorias ideológicas fanatizadas pelo princípio da igualdade social, elevado à categoria de dogma absoluto. Surgiram então as repúblicas revolucionárias, nascidas das convulsões do final do século XVIII, sob o impulso das seitas iluministas na França, carbonárias na Itália e outras do gênero.

No Brasil, o golpe militar de Deodoro, que destituiu D. Pedro II e exilou a família imperial, não se deveu à aclamação do povo. O próprio Aristides Lobo, considerado um dos “pais” da República brasileira, confessou em suas memórias que “o povo assistiu bestificado a proclamação da República”.

Em uma república moderna revolucionária, o líder máximo é muitas vezes um simples qualquer – como eu, às vezes pior, acredite – que nada tem de representativo das das qualidades de um povo. Ele exerce legitimamente a Suprema Magistratura do país, mas não é representativo de suas qualidades, de seus sonhos, em suma de sua alma. É um simples gerente.

E é justamente essa ausência sistemática de representatividade familiar em numerosos governos do mundo moderno, um dos elementos - acredito eu - que fez com que 2.000.000.000 de pessoas voltassem ansiosas e comprazidas suas atenções para o casamento do herdeiro do trono da Inglaterra, país que ainda conserva algo dessa autenticidade monárquica, ao menos simbolicamente, independente de escândalos e decepções que membros da família real possam dar e que a mídia esquerdista habilmente explora.






5 comentários:

Sua análise está correta.Intuitivamente os povos sabem que a Monarquia é a verdade ao passo que a República - de inspiração maçônica-especulativa e financiada por banqueiros em benefício de uma falsa elite que não faz parte e não provem de nenhum destes povos - é a mentira.
Mesmo com todo o esforço revolucionário republicano na Grã-Bretanha para derrubar a Monarquia,vemos que o povo inglês mantém-se fiel à verdade e à tradição.
Chegaram até ao absurdo de acusar o príncipe William de ser o antecristo,devassar a intimidade de membros da família real,tudo para destruir a Monarquia.
Mas a mentira tem perna curta,um dia a verdade prevalecerá.São 2.000.000.000 de pessoas que provam como a Monarquia tem prestígio.
Que o nobre casal seja muito feliz e muito abençoado por Deus!

Parabéns, Edson, pela matéria.

O casamento foi uma maravilha, sobretudo porque o povo britânico mostrou o quanto ama sua monarquia.

Ivan Lima

Nestas horas lembro da leitura de "A Volta ao Mundo da Nobreza"; exemplos tão bonitos de como a Nobreza e o povo eram harmonizados e felizes.
Rezo pelo dia da restauração.

"Caminhe contra a natureza e ela voltara a galope !"

As Republicas seguem irremediavelmente para suas falencias, tanto moral, cultural e civica.

É uma questão de tempo ! E tb. de Fé daqueles que representam o baluarte para uma Nova Civilização. É preciso ter confiança e acreditar em uma Restauração da Civilização Cristã.

É preciso SONHAR na Restauração Monarquica, neste PESADELO do Mundo Republicano !

O mundo tem sede de ESPLENDOR, de SACRALIDADE, da ORDEM do MARAVILHOSO que representam as Monarquias inspiradas pelo espirito da Civilização Cristã.

A Aurora da Monarquia, fiel a Lei de Deus e devota de Sua Mãe Santissima já se faz cintilar nos céus da Cristandade perseguida.

adorei a matéria! fiquei realmente emocionado, e muito confiante e feliz por saber que ainda existem pessoas que discordam da tolice do sistema republicano, e que assim como eu esperam pelo retorno da monarquia que ao meu ver é a primeira esperança de restaurar um pouco dos costumes e valores morais a muito perdidos pelas sociedades.
DEUS SALVE A RAINHA!!!!