Frase

"Pourquoi sommes-nous toujours fascinés par ces images du passé? Parce que nous sommes des espèces de dieux quand nous regardons en arrière. Dieu connaît tous les temps et Il connaît tous les avenirs. Nous ne connaissons qu'un avenir: c'est l'avenir du passé". Jean d'Ormesson.(clique aqui para ler a tradução)

(Frases antigas)

São Paulo, terça-feira, 5 de julho de 2011

Aos maconheiros de plantão: O “argumento-fumaça”, dos defensores da maconha, é uma droga!

Autor: Paulo Roberto Campos   |   10:46   1 comentário


Marcha da Maconha, Liberalização das drogas, tráfico, STF

No dia 2-7-11, o movimento pró-maconha, “baseado” em equívocos, concentrou cerca de mil pessoas na Av. Paulista para a 1ª Marcha após a liberação concedida pelo STF.

Paulo Roberto Campos


A autorização da "Marcha da Maconha" — um ato ilícito que acaba incentivando o consumo de outros tipos de droga — continua causando muita indignação contra a decisão do STF. E, como veremos, com muita razão.

A aprovação da passeata dos maconheiros — que os traficantes agradecem — fez-me lembrar o que ouvi certa vez: “O problema do Rio de Janeiro é a influência do tráfico; o problema de Brasília é o tráfico de influência...”

Uma senhora mandou-me um e-mail contando que tem um sobrinho “viciado na maconha e [que] virou um trapo de gente, não consegue estudar nem trabalhar. Minha irmã fez de tudo para inseri-lo no mercado de trabalho, mas ele não consegue fazer nada; com uma cabeça de fumaça não passa por nenhuma entrevista. Virou um vagabundo, endividado, gasta o dinheiro que não tem para comprar a maldita cannabis”.

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Convite para a "Marcha da Maconha"
no dia 2 de julho 2011
Este é apenas um exemplo de como a maconha contribui para a degenerescência das famílias. Mas, por incrível que pareça, até mesmo certos personagens famosos — atualmente em alta cotação na bolsa das vaidades intelectuais — têm aparecido na mídia “argumentando” falaciosamente a favor da descriminalização da maconha. É de se perguntar se eles não estão com suas mentes semelhantes ao do pobre rapaz acima mencionado: “cabeça de fumaça”. Pois seus “argumentos” — perdoem-me — são “baseados” em equívocos e “viajam” em ilusões...

Para auxiliar as famílias com contra-argumentos sólidos e bem fundamentados, vejamos alguns fornecidos pelo Dr. Marcio Sergio Christino, Procurador de Justiça de São Paulo e um dos maiores especialistas brasileiros na área de crime organizado, por ocasião de recente entrevista à “Folha de S. Paulo”.

Para ele, a liberação da maconha contribuirá muitíssimo para o fortalecimento de um grupo: o dos traficantes. Ademais, não diminuirá a violência, muito pelo contrário. Segundo o procurador, a defesa do consumo da maconha favorece o tráfico de droga, pois, aumentando o consumo, aumenta o poder de quem vende o produto, não importando se a venda é de maconha, cocaína, crack, ecstasy ou óxi.

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Maconha apreendida pela PM
Sonho de qualquer traficante é a maconha liberada, diz procurador
Rogério Pagnan
“Folha de S. Paulo”, 29 de junho de 2011

O procurador de Justiça de São Paulo Marcio Sergio Christino, um dos principais especialistas do país em crime organizado, diz que a eventual liberação da maconha no país fortalecerá ainda mais as facções criminosas. Segundo ele, os traficantes poderão usar empresas legais para lavar o dinheiro da venda de outras drogas e ter livre acesso aos usuários.

O assunto voltou a repercutir após o STF decidir que não há impedimento legal às manifestações a favor da descriminalização da maconha.

FOLHA — O que a liberação da maconha poderá provocar?
MARCIO SERGIO CHRISTINO — Se você está dizendo que todos podem consumir, está dizendo que todos podem comprar. Está, então, admitindo que alguém vai ser o fornecedor. Qual é a conseqüência? Você cria um mercado cativo, fixo, sem ter o fornecedor. Isso vai intensificar a venda.

Significa dizer que o tráfico, da forma como existe hoje, vai se fortalecer e se expandir. Porque o traficante que vende a maconha é o mesmo que vende a cocaína, o crack, as outras drogas. Então, na prática, liberar o consumo fortalecerá o tráfico. E todo ele, não apenas o das chamadas drogas leves. Isso é o sonho de consumo de qualquer traficante.

E se houver um controle rigoroso da venda?
Vamos utilizar o modelo holandês? Português? Nenhum deles é compatível com o nosso. São países pequenos e muito distantes dos mercados produtores. Nossa realidade é diferente. Tem muita plantação na região Nordeste, e não conseguimos fazer um controle como eles.

Você só poderia falar em acabar com o tráfico se tivesse uma rede de fornecimento de maconha que permitisse a entrega gratuitamente. Como se destrói o tráfico? São os princípios econômicos. Você vende um produto melhor com um preço mais baixo. O Estado vai assumir esse papel de vender entorpecente por preço mais baixo em larga escala a toda a população? É viável isso? Não num país como o nosso.

Lojas legais poderiam ser utilizadas pelos traficantes?
Eles utilizarão a própria loja que vende maconha para lavar o dinheiro das outras drogas. O traficante vende de tudo, é um princípio de economia. Não é um raciocínio criminoso. É um raciocínio de empresário. Isso é o sonho de qualquer traficante. Vou vender pra caramba, todo mundo vai consumir, consumir não é crime, ninguém vai reprimir e vou vender à vontade.

E a legislação atual?
A nova legislação é esquizofrênica. Devido a alguns critérios de redução de pena, temos a menor pena de tráfico de drogas do mundo. É a velha idéia de que o preso custa caro, de que o tráfico não é visto como crime violento. Nossa legislação quer punir, mas não pune. Quer proteger, mas não protege.

1 comentários:

Olá:), o meu nome é Joana estudo Artes e adorei imenso da tua página! Muito linda sim senhora!
Adequa-se muito bem em tudo aquilo que aqui li.Hoje por vezes há imenso que expressar nos blogs!Nada nada mais satisfatório do que implementar a nossa marca na net!
Até amanhã :)