Frase

"Pourquoi sommes-nous toujours fascinés par ces images du passé? Parce que nous sommes des espèces de dieux quand nous regardons en arrière. Dieu connaît tous les temps et Il connaît tous les avenirs. Nous ne connaissons qu'un avenir: c'est l'avenir du passé". Jean d'Ormesson.(clique aqui para ler a tradução)

(Frases antigas)

São Paulo, quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Eugenia: fetos anencéfalos são subumanos "por excelência", afirma antropóloga

Autor: Edson Carlos de Oliveira   |   15:08   9 comentários


aborto, eugenia, argumentos científicos, Débora Diniz, antropologia, antropólga


Conhecida militante pró-aborto, a antropóloga Debora Diniz (foto acima) escreveu um artigo em defesa da "interrupção seletiva da gravidez" (ISG) - tradução: assassinato de bebês por possuírem deficiências graves - no qual nos fornece as sinistras razões que há por detrás da luta pela descriminalização desse tipo de aborto.

No texto pedante e cheio de neologismos com ar pretensamente acadêmico, Debora Diniz afirma:

"Primeiramente, a anencefalia sustenta seu reinado dentre as patologias por seu caráter clínico extremo: a ausência dos hemisférios cerebrais. Mas esta, no meu entender, não é a razão suficiente para fazer dos fetos portadores de anencefalia a metáfora do movimento em prol da legitimação do aborto seletivo."

Por quê? Porque o assim chamado "aborto seletivo" visa não somente bebês com essa deficiência, mas a todos aqueles que forem caracterizados pelos abortistas como sendo subumanos. Leiam:

"A ausência dos hemisférios cerebrais, ou no linguajar comum 'a ausência de cérebro', torna o feto anencéfalo a representação do subumano por excelência."

O anencéfalo seria, então, o subumano "por excelência", deixando claro que haveria outras formas "não tão excelentes" de "subumanidade". O que seriam esses subumanos? Aqueles que logo morreriam depois de nascer ou mesmo antes do parto? Não.

"Os subumanos são aqueles que, segundo o sentido dicionarizado do termo, se encontram aquém do nível do humano. Ou, como prefere Jacquard, aqueles não aptos a compartilharem da "humanitude", a cultura dos seres humanos. Os fetos anencéfalos são, assim, alguns dentre os subumanos - os que não atingiram o patamar mínimo de desenvolvimento biológico exigido para a entrada na humanitude (...)".

Debora Diniz cita a seu favor o padre progressista "Fernando Altemeyer Junior, vigário coadjutor da Comunicação da Arquidiocese de São Paulo, em artigo publicado no Jornal do Brasil, em 1 de abril de 1996, que dizia o seguinte sobre o aborto seletivo em casos de anencefalia: '...Muitos moralistas católicos de renome têm se posicionado em favor desta operação cirúrgica no caso específico da anencefalia, pois não são seres humanos os frutos desta gestação e portanto não se poderia exigir desta mãe o sacrifício de uma gravidez que não pudesse oferecer vida humana a uma criança destinada a sobreviver...'." (Altemeyer F. A única exceção. Jornal do Brasil 1996, Abril 1.)

Continua a antropóloga:

"Os subumanos são aqueles para quem a vida é fadada ao "fracasso" - como considera Dworkin, um jurista liberal norte-americano estudioso do aborto - ou para quem, no mínimo, o conceito de vida não se adequa. Os subumanos são a alteridade humana extrema, aqueles não esperados pelo milagre da procriação."

Mesmo os aleijados não escapariam do "aborto seletivo":

"... Existe uma expectativa de vida muito mais ampla e é exatamente isto o que une um feto anencéfalo a um feto portador de trissomia do cromossomo vinte e um e até a fetos com ausências de membros distais como potenciais alvos da ISG. É uma idéia social de vida, respaldada, é claro, pela plenitude biológica, o que justifica grande parte das solicitações de aborto seletivo."

Como não pensar em eugenia - favorecida e "justificada" como na ditadura nazista, embora, de momento, ainda não obrigatória - lendo as afirmações acima?

Com a crescente paganização da sociedade, pululam idéias destoantes das virtudes excelsas da justiça e da caridade para com o próximo deficiente e aos poucos somos encaminhados para uma ditadura pseudo-científica e darwinista onde só aqueles que o Estado considerar como "perfeitos" terão direito à vida.

9 comentários:

A linguagem dessa cientista fez com que me lembrasse de Auschwitz.

No evangelho diz que Cristo veio para que todos tenham vida e vida em abundância. Bom todos são todos, não especifica todos os humanos ou subumanos (da onde tiraram essa palavra? Acho que no português culto não existe e se existe seria "sub-humano").

Alias, Deus, na pessoa do seu Filho é o único que aceita a TODOS como eles são.

Mulher nojenta! Discipula de Hitler! Como ela pode sugerir o aborto de bebes alencéfalos, se ela - que diz ter cerebro - não o usa?

putz, agora nem deficiente vai ter direito a vida, essa proposta foi bem aos moldes nazistas

Enquanto vocês só postarem comentários aqui,não terá vali a pena.Temos que encher os e-mails dos jornais,deputados,senadores,igreja...

Sigam o conselho do Prof Ives Granda

Mulher suja e nojenta. QUe Deus tenha misericórdia dela no Dia do Julgamento Final.

Feminismo MATA.

A linguagem dessa cientista fez com que me lembrasse de Auschwitz. [2]