Frase

"A Revolução Francesa começou com a declaração dos direitos do homem, e só terminará com a declaração dos direitos de Deus." (de Bonald).
Mostrando postagens com marcador Revolução Cultural. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Revolução Cultural. Mostrar todas as postagens
São Paulo, terça-feira, 15 de setembro de 2015

Ideologia de Gênero na prática: saia para homens

Autor: Edson   |   19:22   4 comentários

​Prezados, Salve Maria!

Vejam até onde está chegando a Ideologia de Gênero quando aplicada na vida comum.

Agora está em "moda" uma espécie de "feminismo masculino" que pretende que os homens devem se livrar da "ditadura da calça" e usar saias femininas como o normal de um vestuário para homens.

Recomendo a leitura atenta do artigo no link abaixo e saibam que isto não é apenas um movimento na Europa, mas que algumas escolas de ensino infantil, no Brasil, já estão doutrinando as crianças para aderirem a tal moda:

http://ipco.org.br/ipco/noticias/saias-para-homens

Não adianta apenas rir do ridículo que há nessa "moda", é preciso nos preocuparmos com o futuro moral de nossas crianças.

São Paulo, segunda-feira, 29 de abril de 2013

Ultraje a Maria

Autor: Edson   |   18:23   9 comentários

Leo Daniele

¨Nossa Senhora é uma lâmpada que não se apaga, nem bruxuleia, e que arde só ela plenamente, nesta escuridão universal que foi a morte de seu Filho” (Plinio Corrêa de Oliveira). Entretanto, atualmente os personagens sagrados de nossa redenção estão sendo ultrajados pela peça blasfema “O Testamento de Maria”, lançada na Broadway, em Nova York, e permanecendo lá até o dia 20 de junho deste ano. A peça teatral tem como atriz principal a lésbica Fiona Shaw.

Naquelas montanhas áridas que cercam Jerusalém, deu-se uma das cenas mais tocantes da História, o encontro de Maria com Nosso Senhor, a caminho da tortura e morte: “Quem, Senhora, vendo-Vos assim em pranto, ousaria perguntar por que chorais? Nem a terra, nem o mar, nem todo o firmamento, poderiam servir de termo de comparação à vossa dor”.[1]

Pouco  depois, "ao mesmo tempo em que as pesadas lajes do sepulcro velam o Corpo do Salvador aos olhares de todos, a fé vacila nos poucos que haviam permanecido fiéis a Nosso Senhor. Mas há uma lâmpada que não se apaga, nem bruxuleia, e que arde só ela plenamente, nesta escuridão universal. É Nossa Senhora, em cuja alma a fé brilha tão intensamente como sempre. Ela crê. Crê inteiramente, sem reservas nem restrições. Tudo parece ter fracassado. Mas Ela sabe que nada fracassou. Em paz, aguarda Ela a Ressurreição. Nossa Senhora resumiu e compendiou em Si a Santa Igreja nesses dias de tão extensa deserção[2].

Soa um gongo. Estimado leitor, agora estamos no século XXI.

A peça "Testamento de Maria" investe
 contra Maria Santíssima no que
há de mais caro a Ela: seu amor materno.
A peça “O Testamento de Maria” apresenta Nossa Senhora após a crucifixão de Jesus como uma mulher com raiva, amargurada e que duvida da divindade de seu filho. É uma blasfêmia total, pois não se arroja somente contra Nossa Senhora, mas também contra Jesus.

Investe contra Maria Santíssima no que há de mais caro a Ela: seu amor materno. Uma mãe que se atira publicamente contra seu filho é coisa relativamente rara, mesmo nestes nossos dias em que tanto aborto se pratica. Quanto mais agressivo é dizer isto da Mãe das mães, Maria Santíssima!

“A mãe ama seu filho quando é bom. Não o ama, porém, só por ser bom. Ama-o ainda quando mau. Ama-o simplesmente por ser seu filho, carne de sua carne e sangue de seu sangue. Ama-o generosamente, e até sem nenhuma retribuição. Ama-o no berço, quando ainda não tem capacidade de merecer o amor que lhe é dado. Ama-o ao longo da existência, ainda que ele suba ao fastígio da felicidade ou da glória, ou role pelos abismos do infortúnio e até do crime. É seu filho e está tudo dito[3].

E é exatamente contra o amor materno de Nossa Senhora que se arroja este filme! Na hora da crucifixão, Ela pensa apenas em sua própria segurança. Discorda que seu Filho seja o Filho de Deus. E que Jesus tenha por missão salvar o mundo. Diz que não é de seus seguidores, tem sempre um cigarro na mão ainda que não aceso, coisas ainda mais prosaicas que omitimos por respeito a Ela e ao leitor, e adora Artemis, equivalente grega a deusa romana Diana. Ela não recebe São João como seu filho, da maneira como Nosso Senhor pediu e o registram os Evangelhos.

Esse maravilhoso amor de Nosso Senhor para com sua Mãe, amor divino como tudo o que partia dEle, e o amor de Nossa Senhora para com Ele, obra prima do amor materno, por que razão este filme atira-se contra ambos? Gratuitamente. Há apenas uma má vontade flagrante, um ódio histórico fremente e evidente, pois como Deus afirma à serpente no livro Genesis, porei inimizades entre ti e a Mulher, entre tua descendência e a descendência dEla.

A atriz lésbica que  representa Maria Santíssima vai-se despindo ao longo da peça de duração de 90 minutos, terminando inteiramente nua!

Protestaram 350 pessoas ligadas à TFP americana em frente ao teatro com cartazes com os dizeres: "Nós oferecemos a Deus este ato público de desagravo e veemente protesto contra a peça blasfema “O testamento de Maria ". "Blasfemadores acreditam que a  liberdade de expressão é absoluta. Mas não existe o direito de mentir ... difamar ... ofender a Deus! "

Outros levavam cartazes que diziam: "Pare de blasfemar contra Nosso Senhor AGORA!"

Termino com uma inspirada indagação do Pe. Antonio Vieira (sec. XII), na sua célebre “Apóstrofe Atrevida”[4]:

No monte Calvário esteve esta Senhora sempre ao pé da Cruz, e, com aqueles algozes tão descorteses e cruéis, nenhum se atreveu a lhe tocar, nem a lhe perder o respeito. Filho da Virgem Maria, se tanto cuidado tivestes então do respeito e do decoro de vossa Mãe, como consentis agora que se lhe façam tantos desacatos?

É a pergunta que formulamos cheios de reverência.


[1] Plinio Corrêa de Oliveira, “Via Sacra” II, 4ª. estação.

[2] Plinio Corrêa de Oliveira, “Via Sacra” I, 14ª. estação.

[3] Plinio Corrêa de Oliveira, Folha de São Paulo, 18-12-96

[4] Padre Antonio Vieira. Uma das figuras mais importantes do séc. XVII, destacou-se entre outras coisas or sua oposição à invasão holandesa.

São Paulo, sábado, 13 de abril de 2013

O relativismo relativo ou a justa relatividade da verdade

Autor: Edson   |   09:58   Seja o primeiro a comentar

Então a afirmação "tudo é relativo" implica que duas afirmações contraditórias possam ser verdadeiras?

Pe. Anderson Alves

Pe. Anderson Alves
Em outra ocasião dizíamos que o relativismo e o ateísmo absolutos são incompatíveis[i]. Pois quem afirma ser verdade que Deus não exista, não poderia negar a existência da verdade. De modo que o ateísmo absoluto nos mostra que relativismo não pode ser absoluto, só pode ser relativo.

E isso é comprovado se partimos da afirmação dos que dizem que o relativismo não nega a existência da verdade, mas somente diz que ela é sempre relativa. De fato, a afirmação de que “tudo é relativo” é muito comum nos nossos dias e pode significar algo equivocado e também algo certo. Equivocado quando quer significar que duas afirmações contraditórias podem, ao mesmo tempo, ser verdadeiras. Pois quem afirma isso deveria aceitar que duas afirmações contraditórias não podem ser contemporaneamente verdadeiras (uma vez que essa é a contraditória da afirmação anterior). Mas quem diz que duas afirmações contraditórias podem e não podem ao mesmo tempo ser verdadeiras, não sabe realmente o que fala. A inteligência e a linguagem humanas, se querem continuar sendo reconhecidas como tais, não aceitam contradições.

“Tudo é relativo” pode significar também algo bem preciso: que a verdade indica sempre uma relação. De fato, a verdade se dá quando se afirma aquilo que é, ou se nega aquilo que não é. Em outras palavras, a verdade se dá quando a inteligência apreende o que as coisas são e as expressa em juízos. De modo que “tudo é relativo” significa que toda verdade é relativa a uma inteligência: a de quem a conhece.

E a inteligência pode ser tanto a divina quanto a humana. A divina fundamenta toda verdade natural existente, porque Deus pensa todas as coisas e depois as cria (inclusive o processo evolutivo). E a correspondência daquilo que as coisas são com o pensado por Deus sobre as coisas é a verdade natural de todas elas, intrínsecas às mesmas. O intelecto humano, por sua vez, não conhece todas as verdades, mas está em potência para conhecê-las. Sendo assim, a relação do intelecto divino com as coisas é essencial para as coisas, pois sem essa relação as coisas não podem existir; a relação do intelecto humano com as coisas naturais é acidental, pois ainda que o homem não as conhecesse, essas existem e são dotadas de uma racionalidade e de leis próprias e cognocíveis. Santo Tomás de Aquino chega a dizer que se não houvesse nenhuma inteligência, nem a divina nem a humana (o que é impossível), não haveria nenhuma verdade[ii].

Então a afirmação “tudo é relativo” implica que duas afirmações contraditórias possam ser verdadeiras? Evidentemente não, pois afirmar que duas contraditórias são verdadeiras implica aceitar que duas afirmações contraditórias não são verdadeiras, o que é um absurdo. Dizer que cada verdade é relativa a um intelecto quer dizer que a verdade só existe porque é conhecida por Deus e pode ser conhecida pela inteligência humana, mas não implica que a inteligência humana conhece infalivelmente a verdade. A inteligência humana não é nem a divina nem a angélica e pode se equivocar. Mas também só essa inteligência pode reconhecer o próprio erro.

Sendo assim, quando uma afirmação é verdadeira a sua contraditória necessariamente será falsa. Isso quer dizer que se uma pessoa diz “isso que está diante de mim é um computador”, não pode dizer no mesmo tempo “isso que está diante de mim não é um computador”. Quem está certo da verdade da primeira afirmação, não pode aceitar a verdade da segunda. Isso é o princípio básico de coerência do pensamento e da linguagem humana. Quem nega esse primeiro princípio se torna incapaz de fazer qualquer afirmação, de raciocinar, de dialogar, de viver em sociedade. Se torna, para continuar com o exemplo de Aristóteles, semelhante a um vegetal, com quem não é educado discutir.

E quando alguém diz: “isso é a tua verdade, mas não é a minha verdade”: há algum sentido? Certamente nesse caso deve-se analisar o conteúdo das duas afirmações e ver se ambas são realmente contraditórias e depois investigar se ambas são falsas, ou se alguma é verdadeira. No caso de que uma seja verdadeira, a sua contraditória será necessariamente falsa. E isso não implica discriminação com ninguém, pois é próprio de pessoas de inteligência considerar mais o que se diz do que quem o diz, num diálogo. Pode ocorrer que as duas afirmações não sejam contraditórias, mas verdades complementares, ou duas falsidades. É necessário saber, então, qual é o critério último para que uma afirmação seja verdadeira ou falsa. Já iniciamos aqui uma resposta, mas a aprofundaremos em outra ocasião.

O que importa agora é deixar claro que toda verdade se refere a uma inteligência. Nesse sentido, toda verdade é relativa, inclusive a verdade divina, relativa à inteligência (Logos) de Deus. E isso é o justo relativismo da verdade. Por outro lado, afirmar um relativismo absoluto, ou seja, dizer que toda afirmação é necessariamente verdadeira (ou necessariamente falsa), inclusive aquelas contraditórias, significa afirmar algo tão ilógico e antinatural que seria melhor não dizer nada: “sobre o que não se pode falar, se deve silenciar”[iii].

Pe. Anderson Alves, sacerdote da diocese de Petrópolis – Brasil. Doutorando em Filosofia na Pontificia Università della Santa Croce em Roma. Este artigo que publicamos acima nos foi enviado pelo próprio sacerdote.

[i] Cfr. http://www.zenit.org/pt/articles/e-possivel-um-relativismo-absoluto Cfr. também:http://www.zenit.org/pt/articles/o-ateismo-e-uma-escolha-racional

[ii] S. TOMÁS DE AQUINO, De Veritate q. 1, a. 2.

[iii] L. WITTGENSTEIN, Tractatus logico-philosophicus, prop. 7.

São Paulo, terça-feira, 9 de abril de 2013

Rock, Revolução e fé católica

Autor: Edson   |   13:13   18 comentários

Por Pe. Paulo Sandes, CO

Pe. Paulo Sandes, CO
A pedido de alguns amigos e filhos espirituais faço saber minha opinião sobre o Rock.

Temos visto espalharem-se pelo mundo on line vários textos sobre o assunto. Alguns, apaixonados defensores, vestem a camisa (literalmente), andando de preto, fazendo tatuagens, deixando o cabelo comprido e assim por diante. Outros, católicos moderados defensores, dizem que desde que as letras sejam boas, desde que não tenham teor satânico, ou desde que não seja “muito pesado”, não haveria problema algum em escutar um “bom rock”. Ainda alguns, radicalmente opositores, apresentam letras satânicas, práticas desonestas, dizendo que por causa desse incentivo não se deve escutar nenhum tipo de rock.
Aqueles que me conhecem já sabem a minha posição a respeito, mas tentarei explicar de modo conciso aquilo que já sabem através de explicações em palestras e formações que já dei. Aliás, peço aos leitores desculpas antecipadas por ser péssimo escritor.

Penso que, em primeiro lugar, deveríamos definir o que seja o rock, pois só podemos admitir um valor positivo ou negativo àquilo que conhecemos. Muitos dirão: o rock é um estilo musical como outro qualquer que nasceu dentro de um determinado ambiente cultural; outros falarão que o rock é um estilo musical satânico que arrasta seus ouvintes ao mundo dos vícios e do pecado; outros ainda, que o rock é “um estilo de vida, UH! HU!”, e levantarão os dedos indicador e mindinho das mãos.

Ao meu ver, nenhuma destas posições conseguiu definir o rock como tal. E sem mais delongas defino-o do seguinte modo: o rock é um estilo musical revolucionário. Explicarei.

Em primeiro lugar, recordemos o que é a Revolução: Revolução é um atentado qualquer contra a ordem imposta por Deus na criação. O primeiro revolucionário foi o Demônio que rebelou-se contra Deus e depois fez Adão e Eva comerem o fruto proibido.

Muitas vezes temos ouvido de alguns redutos comunistas (que se dizem católicos) que “Jesus foi o maior de todos os revolucionários”. Ora, isso é um verdadeiro absurdo, pois Nosso Senhor não veio causar um mal à ordem, mas sim, Ele veio restituí-la. O mundo, que estava em verdadeira desordem por causa do pecado, tem agora a oportunidade de restabelecer a ordem através de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Voltando ao rock, muitos poderiam defender alguns pontos que consideram bons no rock. Porém, ninguém poderia discordar do fato de o rock ser um estilo musical e ainda revolucionário. E é revolucionário por contrariar a ordem. Ou alguém vai querer defender que o rock, na verdade, propagaria a ordem? O próprio modo como os instrumentos são tocados (distorção de guitarra, por exemplo) transmitem-nos uma contradição em relação à ordem que é própria à música.

Antes de entrar no seminário confesso que era um daqueles que gostava de ouvir um “bom rock”. No entanto, ao perceber o aspecto revolucionário do mesmo, renunciei completamente a este estilo.
A minha opinião é, pois, que o rock não deveria ser ouvido, por ser revolucionário. E se combatemos a revolução, devemos combatê-la como um todo e não só uma parte dela.

Compreendo, no entanto, que nem todos podem chegar rapidamente a essas compreensões.
Todavia quero deixar claro que essa postura de renunciar ao rock por ser revolucionário, é uma postura pessoal. Já expliquei muitas vezes a amigos e filhos espirituais como cheguei a essas definições e considero inútil postar essa longa história aqui. Se alguém quiser conversar comigo, estarei à disposição.

Deus abençoe a todos!

Fonte: Clique aqui

São Paulo, segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

FRANÇA: Parada pela Família e pela Infância, contra o “casamento” homossexual

Autor: Paulo Roberto Campos   |   14:15   1 comentário

Papai + Mamãe. Nada melhor para uma criança!

A mídia nacional se fez de cega quanto às gigantescas manifestações ocorridas na França nos dias 17 e 18 de novembro. Nossa mídia “não viu”, “nem ficou sabendo”, das multidões reunidas em Paris e em diversas importantes cidades para se manifestarem contra o pseudo casamento homossexual.

A motivação foi pretensão do neo-presidente francês, François Hollande, de apressar a legalização de tal arremedo de “casamento”, bem como a inconcebível permissão para que tais “casais” adotem crianças.

A “cegueira” midiática, evidentemente, é bem articulada pelas conhecidas “patrulhas ideológicas” que determinam o que convém ou não publicar, o que os brasileiros podem ou não ficar sabendo.

Segundo algumas agências internacionais, mais de 200 mil pessoas saíram às ruas em defesa da família, do matrimônio autêntico e da criança. Elas bradaram slogans e portaram cartazes, como estes: “A França precisa de filhos, não de homossexuais”; “Não há nada melhor para uma criança que um pai e uma mãe”; “As crianças nascem com direito a um pai e a uma mãe”; "Um papai e uma mamãe para todas as crianças". [foto abaixo]


Segundo o diário “Le Monde”, “O governo subestimou a rejeição da opinião pública ao seu Projeto de Lei”, e o jornal francês informa que estão anunciadas outras grandes manifestações para o dia 13 de janeiro próximo.

Mulheres do movimento feminista, semi-nuas e com véu de freira nas cabeças, e ativistas do lobby homossexual tentaram violentamente impedir as manifestações em defesa dos valores da família. A respeito, transcrevo para nossos leitores um excelente artigo de Luis Sérgio Solimeo.

Na faixa: "Liberté, Egalité, Homossexualité"


“Liberdade, Igualdade, Homossexualidade”?


Luiz Sérgio Solimeo 

A Revolução Francesa (1789) teve como base ideológica a filosofia do Iluminismo, sintetizada na famosa trilogia: “Liberdade, Igualdade, Fraternidade". Impondo a total igualdade na sociedade, essa filosofia julgava que daí adviria a completa liberdade e uma idílica fraternidade entre os homens.

A “fraternidade” da guilhotina


Como se sabe, os efeitos imediatos dessa igualdade foram a execução do rei Luis XVI [quadro ao lado], de sua irmã a princesa Elisabete e da Rainha Maria Antonieta; milhares de nobres foram guilhotinados; o clero foi perseguido e massacrado ou teve que entrar na clandestinidade. Os camponeses da Vandéia que se levantaram em defesa do altar e do trono sofreram um verdadeiro genocídio e sua região foi devastada pelas “colunas infernais” do general Turreau.[1]

O terror instaurado pelos revolucionários franceses em nome da igualdade não foi o único; desde então igual terror tem sido responsável por genocídios nazistas ou comunistas, estes últimos na Rússia, China e no Camboja. Para os revolucionários do Khmer Rouge, bastava ser intelectual, ou usar óculos, o que tornava suspeito de intelectual, para ser morto.[2]

A igualdade absoluta destrói a liberdade

A razão pela qual a igualdade absoluta destrói a liberdade e impede a fraternidade é que se trata de uma utopia, um mito ideológico, que contraria a natureza humana.

Embora os homens sejam iguais por natureza, eles são desiguais em talento, em força de vontade, inteligência, etc. E a liberdade e a fraternidade só são possíveis quando existe respeito mútuo, o qual, por sua vez, requer o reconhecimento dessas diferenças naturais. O único jeito de impor a igualdade utópica é por meio de uma feroz ditadura.

Após a Revolução Francesa surgiu o mundo igualitário e secularizado de nossos dias e, levando os princípios de 1789 até o fim, chegou-se ao comunismo. Se toda desigualdade é má, porque aceitar as desigualdades econômicas?[3]

É significativa a comparação feita por Lenine entre a Revolução Francesa e a Revolução Comunista: “A Revolução Francesa é chamada grande porque ela […] foi uma efetiva revolução que, depois de derrubar a monarquia, esmagou completamente os monarquistas. E nós faremos o mesmo com esses senhores capitalistas […] sua ‘liberdade’ deve ser abolida ou diminuída. Isso ajudará a emancipar o trabalho do jugo do capital".[4]

Da Revolução Francesa à Revolução Cultural

Mas, levando a igualdade da trilogia da Revolução Francesa até as últimas consequências ela vai mais além do igualitarismo sócio-político e econômico tendendo a destruir a própria desigualdade dos sexos, no que serve de base para a ideologia homossexual.[5]

Essa ligação entre os princípios da Revolução Francesa e a ideologia homossexual manifestou-se recentemente. Nos dias 17 e 18 de novembro últimos, foram realizadas marchas na França contra o “casamento” homossexual. Tais marchas [à esquerda, foto de uma das marchas] reuniram mais de 200 mil pessoas em todo país. Um cartaz de uma contra-manifestação homossexual a essas marchas proclamava: “Liberdade, igualdade, homossexualidade".[6]

Tal adaptação do lema da Revolução Francesa não parece ser uma coisa esporádica, mas pode ser encontrada em sites homossexuais da França, Canadá e mesmo Polônia, como em artigos que tratam sobre homossexualismo.[7]

Inclusive, numa foto de um participante de uma parada homossexual em Paris, vê-se a mesma adaptação tatuada [foto] no braço de um manifestante.[8]

Socialismo, Homossexualismo e violência

Não é de se admirar que os governos socialistas apoiem a agenda homossexual, como está ocorrendo agora na França onde o executivo está procurando impor o “casamento” homossexual.

Ao mesmo tempo, um dos movimentos mais extremista do socialismo internacional, o anarco-feminista FEMEN, manifestou-se em apoio ao “casamento” homossexual na França.

Mulheres militantes do “FEMEN”, provocativamente de topless e com um véu de freira na cabeça [foto abaixo, devidamente censurada] e dizeres obscenos ou blasfemos escritos no corpo, investiu contra famílias e crianças que marchavam pacificamente em defesa do casamento tradicional, atacando-as com um gás fumígeno.[9]


Embora as fotos e os vídeos mostrem claramente as anarquistas atacando os manifestantes, os quais procuraram contê-las e afastá-las da manifestação, grande parte da mídia inverteu o acontecido e apresentou as mulheres semi-nuas como vítimas dos católicos que participavam da marcha. O governo socialista logo tomou posição condenando a organizadora de uma das marchas, o Instituto Civitas, ameaçando fechá-lo.[10]

Um movimento anarquista sexual

O movimento revolucionário FEMEN teve sua origem na Ucrânia mas encontra-se agora espalhado por inúmeros países. Em seu site ele se define como segue:

“FEMEN – é um novo tipo de Amazonas, capazes de solapar os fundamentos do mundo patriarcal por meio de sua intelecto, sexo, agilidade, fazer desordem, conduzir à neurose e ao pânico o mundo dos homens.

“FEMEN – é uma ideologia do SEXTREMISMO. FEMEN – é uma nova ideologia do protesto sexual das mulheres por meio de campanhas de extremo topless e ação direta.

FEMEN – é o sextremismo servindo para proteger os direitos das mulheres, guardiãs da democracia atacando o patriarcalismo em todas suas formas: ditaduras, a Igreja, a indústria sexual.”[11]

O fim do processo revolucionário 

O Prof. Plinio Corrêa de Oliveira, em seu ensaio "Revolução e Contra-Revolução", analisou o processo histórico que vem destruindo a Civilização Cristã através da Revolta Protestante, a Revolução Francesa e o Comunismo.

A isso ele dá o nome de “As três Revoluções,” as quais desembocaram numa “Quarta Revolução” representada pelas Guerras Culturais de hoje e cuja ponta de lança é sem dúvida o movimento homossexual negador da lei natural.[12]

Nessa fase final do processo revolucionário, a luta se ampliou do campo sócio-político e econômico para o da destruição da lei natural. O socialismo, em aliança com o movimento homossexual, quer impor um estado de coisas completamente oposto ao ditames da moral natural, da lei natural e do Cristianismo e da verdadeira liberdade dos filhos de Deus (Romanos, 8:21).

Uma confrontação de certezas

A luta é sobretudo uma luta de ideias, um confronto de certezas. Confronto entre o ódio revolucionário contra a hierarquia social, a moral, e a Deus, de um lado e a fé altaneira e destemida, que proclama as verdades da fé, da moral e da lei natural e está disposta a dar a vida em sua defesa, do outro.

Numa luta desse porte, precisamos, mais do que tudo, da ajuda da graça de Deus, a intercessão da Santíssima Virgem. Com a sua ajuda, a luta conduzirá à vitória final, mesmo que passemos por túneis de incertezas e de aparentes derrotas.

Sempre confiantes na mensagem trazida por Nossa Senhora em Fátima, de que, por fim, seu Imaculado Coração triunfará.


__________________ 

Notas:
[1] Cf. Francois Furet-Mona Ozouf, A Critical Dictionary of the French Revolution, Cambridge, Mass: Belknap Press of Harvard University Press, 1989.
[2] Cf. The Khmer Rouge and Cambodia, http://www.coldwar.org/articles/70s/KhmerRougeandCambodia.asp.
[3] Para uma visão geral deste tópico ver Plinio Corrêa de Oliveira, Revolução e Contra-Revolução, http://www.pliniocorreadeoliveira.info/livros.asp.
[4] V. I. Lenin, First All-Russia Congress on Adult Education, May 6-19, 1919, http://www.marxists.org/archive/lenin/works/1919/may/06.htm.
[5] Cf. TFP Committee on American Issues, Defending A Higher Law – Wy we Must Ressit same-sex marriage and the Homossexual Movement, Capitulo 3, Spring Grove, Penn, 2004.
[6] Over 100,000 French protesters rally against gay marriage, adoption (PHOTOS) xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx Published: 18 November, 2012, 02:05, http://rt.com/news/france-gay-marriage-protest-955/.
[7] Cf. Liberté Égalité Homosexualité! http://www.etudiant-ontario.ca/Actualites/2010-11-23/article-1987908/Liberte-Egalite-Homosexualite!/1; Liberté, Égalité, Homosexualité, http://fillecherchefilledu86.skyrock.com/2364202551-liberte-egalite-homosexualite.html; Liberté! Égalité! Homosexualité!, http://polandian.wordpress.com/2008/06/12/liberte-egalite-homosexualite/, Yannis Palaiologos, Liberté, Égalité, Homosexualité, November 12, 2012, http://prospect.org/article/libert%C3%A9-%C3%A9galit%C3%A9-homosexualit%C3%A9.
[8] Cf. http://www.flickr.com/photos/fil/714793659/.
[9] Cf. Cavan Sieczkowski,Topless ‘Nuns’ From Activist Group Femen Allegedly Attacked By Anti-Gay Catholic Protesters In Paris (NSFW VIDEO) The Huffington Post, 11/19/2012 11:21 am EST Updated: 11/19/2012 11:31 am EST, http://www.huffingtonpost.com/2012/11/19/topless-nuns-anti-gay-catholic-protesters-paris-femen_n_2158033.html; Topless Femen members clash with anti-gay marriage protestors, 18/11 22:57 CET, http://www.euronews.com/2012/11/18/topless-femen-members-clash-with-anti-gay-marriage-protestors/; Civitas porte plainte contre les Femen et dénonce la disinformation, http://www.itinerarium.fr/civitas-porte-plainte-contre-les-femen-et-denonce-la-desinformation/?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+Itinerarium+%28Itinerarium%29.
[10] http://galliawatch.blogspot.com/2012/11/civitas-november-18.html.
[11] http://femen.org/en/about.
[12] Cf. nota 3.

São Paulo, quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Fragmentos da “História da polidez”

Autor: Paulo Roberto Campos   |   11:59   2 comentários



A propósito do que temos exposto sobre excelência da cortesia, mencionei certo comportamento (melhor diria “fenômeno”) que muito me surpreendeu em Paris: temia não ser bem acolhido e ser tratado rispidamente (conforme a lendária falta de hospitalidade e descortesia do francês de nossos dias), mas, muito pelo contrário, fui muito bem acolhido e tratado com extrema gentileza. Como procurava explicação para esse fato que me assombrou, um amigo, o Sr. Marcos Aurélio Vieira, disse-me que tinha lido um livro, publicado em 2009, sobre a história da polidez na França. Segundo ele, em tal livro certamente eu encontraria resposta para o “fenômeno”.

Claro, pedi o livro emprestado! No que fui gentilmente atendido com toda presteza. Assim, comecei a ler a obra (544 páginas, sem nenhuma ilustração... Para o público brasileiro, creio que ela lucraria com algumas ilustrações...). Pretendo publicar aqui alguns trechos escolhidos para proveito de nossos leitores. Antes disso, alguns dados:

Frédéric Rouvillois. Nascido em 1964, 
mora em Paris, onde é professor 
de Direito Público na Universidade
de Paris-V. Autor de várias obras 
sobre história das ideias, é bibliófilo 
e colecionador, desde sempre, 
de tratados de savoir-vivre.(*)
A obra: A HISTÓRIA DA POLIDEZ. De 1789 aos nossos dias. (Título original: Histoire de la Politesse. De la Révolución à nos jours. “Grua Livros”, São Paulo, 2009.

O autor: Frédéric Rouvillois. Um professor de Direito que realizou extensa pesquisa histórica a partir da Revolução Francesa — marco da transformação não apenas do regime até então vigente, mas das boas maneiras, costumes e hábitos, impostos pelos novos detentores do Poder (Danton, Marat, Robespierre et caterva). Estes, entre inúmeras aberrações, mudaram até o calendário; gestos de cortesia passaram a ser mal vistos; aboliram o tratamento de “Monsieur” e “Madame” (todos os homens e mulheres, segundo os revolucionários, deveriam ser tratados simplesmente “citoyens” [“cidadãos”]); aboliram o “Vous” (todos eram obrigados a se tratarem por “tu”). Em suma: após terem derrubado a Monarquia, queriam implantar o reino do igualitarismo total. O livro, vencedor do Gran Prix Du histoire de 2007, trata das modificações que ocorreram nos costumes do dia-a-dia, desde a Revolução Francesa (1789) até os tempos atuais.


Para a postagem de hoje, ofereço aos leitores alguns “morceaux choisis” mais significativos que escaneei da introdução do referido livro (entre as págs. 9 a 16). Apenas inseri os subtítulos, as ilustrações, e assinalei alguns pontos.

São Paulo, segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Ratos de laboratório inadvertidos, jogos e transformação social

Autor: Edson   |   17:41   Seja o primeiro a comentar

rato de laboratório, cobaiaAo ler uma notícia no jornal O Estado de São Paulo (28/11/11), lembrei –me daquela cena de laboratório, um tanto mitificada, onde um ratinho corre dentro de uma roda buscando em vão atingir um pedaço de queijo amarrado na sua frente. O animal corre, corre e corre mas não sai do lugar. O movimento da roda, impulsionada pelo desejo do ratinho de atingir seu lanche, é observada atentamente por um cientista vestido com um jaleco branco, usando óculos “fundo de garrafa” e anotando tudo, em linguagem que mistura números e letras, num grosso bloco de papel.

A matéria que me fez lembrar disso intitula-se “Play no dia a dia” e mostra como certos jogos eletrônicos visam alterar o comportamento social. Mas antes de entrar nela, registro outra lembrança para ajudar o leitor a compreender o assunto.

Em 1913, o psicólogo do behaviorismo (do inglês “behavior”, comportamento) John Watson defendia que assim como podíamos estimular animais a fazer determinadas coisas e depois observar sua reação ao estímulo, também era possível aplicar o mesmo método com os seres humanos.

O primeiro psicólogo que utilizou a cibernética para fazer testes em animais foi Frederic Skinner, que condicionava o animal a respostas voluntárias, oferecendo uma recompensa toda vez que uma operação desejada por Skinner era feita pela cobaia.
"Skinner-box"
Com as máquinas que Skinner desenvolvia, chamadas de “Skinner-box”, os animais eram condicionados a fazer tarefas simples e complexas. “Suponhamos que se treine um pombo a acionar um pedal para obter um pouco de grão. Quando uma luz verde estiver acesa, o ato de acionar o pedal será recompensado. Mas quando se acender uma luz vermelha essa resposta de nada servirá, pois o pombo não terá acesso ao alimento. Nestas circunstâncias, a luz verde torna-se um estímulo discriminativo positivo e a luz vermelha um estímulo discriminativo negativo. O pombo vai acionar o pedal na presença do primeiro, mas não na presença do segundo.” (GLEITMAN, Henry (1999). Psicologia. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, pp. 153-155.)

Depois de trabalhar com animais, Skinner formulou então princípios sobre aprendizagem programada que se aplicariam, segundo ele, a todos os organismos.

Bom, agora posso entrar na matéria mencionada no início deste artigo, escrita por Diana Assennato, publicada em duas páginas no caderno Link do referido jornal.

“Gamificação” e transformação social

O artigo mostra que, atualmente, um jovem chega aos 21 anos “tendo vivido 10.800 horas de educação e 10 mil horas de games”. E que essa predisposição psicológica para se envolver em jogos levou empresas, instituições de ensino e governos a abrirem seus olhos para métodos de educação através de jogos.

Só neste ano, já foram investidos mais de US$ 100 milhões na área e até 2016 os investimentos podem atingir US$ 2,8 bilhões. Esses valores nos são informados pelos mesmos jornais que não nos deixam esquecer que o mundo passa por uma crise financeira sem precedentes na História.

O sucesso desses jogos “educativos” é atribuído a quatro “condutores de comportamento”: desafio, resposta instantânea, objetividade e recompensa. Muitos desses games interagem com a vida social do usuário e o estimulam a fazer certos atos para ganhar pontos. Na Filadélfia (EUA), por exemplo, um projeto de educação ambiental troca material reciclado por descontos em compras. Caminhões de coleta possuem sensores que identificam no lixo o código da residência inscrita no programa. Bonito, não? Mas será que essa interação de jogos e vida social irá ficar só nisso? Haverá algo mais profundo por detrás dessa simples troca de lixo por desconto?

Para o autor do livro Fun Inc, Tom Chatfield, entrevistado pelo jornal, “os maiores jogos do mundo produzem mais de um bilhão de dados por dia. Isso faz dos games um grande laboratório sociológico para observar os padrões de comportamento de formas totalmente novas, como motivação, trabalho em equipe e padrões de consumo. Podemos testar coisas antes impossíveis pelo simples fato de poder investigar a natureza humana de uma forma tão próxima” (os negritos são meus).

Ou seja, enquanto o jogador se diverte correndo dentro da roda atrás de um pequeno pedaço de queijo, óculos “fundo de garrafa” o observam para “investigar a natureza humana”.

Ao ser questionado como os jogos poderiam mudar os hábitos das pessoas “em termos de saúde e participação social e política”, Chatfield responde que os “games ajudam a dirigir a ação e estimulam ao gerar recompensas. Isso dá um sentido de pertencer a um grupo engajado. (...) E só quando elas se sentem envolvidas que esses valores começam a se transformar em coisas naturais, que levam a agir sem questionar a razão de estarem fazendo aquilo”.

Sem perceber, ou mesmo inadvertidamente, quando jogadores se inscrevem em games ou aplicativos, ditos gratuitos, acabam por desempenhar o mesmo papel de ratos de laboratórios nos “Skinner-box” da internet... gratuitamente! Não. Minto. Sempre há um pedaço de queijo.

São Paulo, sábado, 12 de novembro de 2011

II Congresso Internacional pela Verdade e pela Vida

Autor: Edson   |   10:41   Seja o primeiro a comentar




A Human Life International (HLI) promoveu em São Paulo, de 3 a 6 de novembro de 2011, no auditório do Colégio de São Bento, o II Congresso Internacional pela Verdade e Pela Vida, que reuniu oradores pró-vida de diversas partes do mundo.

Após a abertura, feita pelo Prof. Felipe Neri, do Colégio São Bento, o Pe. Shenan Boquet, presidente da HLI, alertou os participantes do evento para o fato de que a questão chave por detrás da “cultura da morte” é a rejeição de Deus e a falta de prática dos Mandamentos.Numa clara referência ao aborto de anencefálicos e à eutanásia, disse que muitas pessoas não são militantes conscientes dessa cultura anti-vida, mas de alguma forma participam dela ao utilizar métodos anticoncepcionais ou ter uma falsa compaixão ao pensar que se pode tirar a vida de quem sofre.

O Pe. Shenan destacou que o controle de natalidade é contrário ao sacramento do matrimônio, tema este que outro conferencista, Matthew Hoffman, correspondente para a América Latina da agência de notícias LifeSiteNews, tratou com mais detalhes. Para Hoffman, a origem do movimento homossexual se encontra no estilo de vida promíscuo entre aqueles que não o são e que excluem da prática sexual a procriação como finalidade primeira. Esse desregramento facilitou o êxito da propaganda homossexual.

São Paulo, segunda-feira, 7 de novembro de 2011

A cosmovisão gnóstica e satânica de Romeo Castellucci

Autor: Edson   |   17:47   5 comentários

"O anjo da arte é Lúcifer" (Castellucci)

Lúcifer se revestiu com "a pele da Serpente e usou a linguagem da Serpente [para tentar Adão e Eva]. Dando assim origem à arte. A arte encontra neste núcleo originário sua relação privilegiada com o mal". (Castellucci)

Em Paris, a apresentação da peça teatral "Sobre o Conceito do Rosto do Filho de Deus", do italiano Romeo Castellucci, provocou reações diversas. As mais sensatas protestaram contra o caráter blasfematório da peça. Houve uma passeata que reuniu cerca de 5.000 manifestantes nas ruas da capital francesa denunciando o fenômeno da Cristianofobia sob o disfarce de cultura.

Alguns mais ousados entraram no teatro e subiram no palco com uma imensa faixa com a frase “Cristianophobie, ça Suffit!” (Cristianofobia, basta!).Outros ficaram de fora na entrada do teatro enquanto que dois deles jogavam ovos nas pessoas que esperavam para assistir à peça.

São Paulo, sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Ideologia de Gênero: Revolução Semântica e a experiência, estilo Auschwitz, de John Money

Autor: Edson   |   19:42   11 comentários

Segundo os defensores da Ideologia de Gênero, nós não nascemos homem ou mulher, a diferenciação sexual seria apenas um acidente anatômico que “convencionalmente” são tidos como masculinos ou femininos. Nossa "suposta" identidade sexual é, para eles, uma mera imposição do ambiente em que fomos educados.

A Ideologia de Gênero, se já não for, certamente será a principal bandeira revolucionária. Diversos países já estão aprovando leis ou adotando políticas inspiradas nessa corrente ideológica.

(Foto ao lado: Dr. John Money, psicólogo e adepto da "Ideologia de Gênero" que fez uma das experiências médicas mais monstruosas da História do século XX)

Exemplos não faltam. A difusão no mundo inteiro dessa ideologia começou na IV Conferência Mundial da ONU sobre a Mulher em Pequim -1995. Neste ano, na França, o Ministério da Educação introduziu nas aulas de ciências naturais o tema. No Canadá os termos pai e mãe foram substituídos por "fornecedores de energias genéticas" e na Espanha por "progenitor A" e "progenitor B". Uma escola na Suécia proibiu que seus funcionários tratassem as crianças como meninos ou meninas. Na 55ª sessão da Comissão sobre o Status da Mulher, do Conselho Econômico e Social da ONU, acrescentou-se um novo parágrafo preambular no relatório definindo gênero conforme essa ideologia. Enfim, entre muitos outros exemplos, no Brasil, com o PNDH-3, o governo visa "desconstruir a heteronormatividade".

São Paulo, segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Jogos eletrônicos: "gastar duas horas diárias é o mesmo que cheirar cocaína", diz especialista

Autor: Edson   |   13:07   Seja o primeiro a comentar

"Deixe as crianças serem infantis: não lhes dê acesso a TV, jogos eletrônicos, computadores e Internet!"

A afirmação acima pertence ao Professor Titular do Departamento de Ciência da Computação da USP,  Valdemar W. Setzer, e encontra-se com destaque em seu site.

A frase e o título deste post parecem chocar, não? Mas hoje o site do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira (IPCO) publicou um interessante artigo de Felipe Escocard sobre os efeitos maléficos do uso de jogos eletrônicos. Segue alguns detalhes e leia a íntegra no site do IPCO.

***

- O pesquisador inglês Steve Pope afirma que “gastar duas horas diárias em um jogo é o mesmo que cheirar cocaína no ápice de sua produção. Esse tipo de vício é que mais rapidamente cresce no nosso país e está afetando os mais jovens mentalmente”;

Veja o vídeo no final deste post.

São Paulo, terça-feira, 4 de outubro de 2011

Menino de 11 anos, adotado por um casal de lésbicas, começa tratamento para mudança de sexo

Autor: Edson   |   14:52   29 comentários

Thomas no centro e suas duas


O jornal inglês Daily Mail (30/9/2011) traz uma matéria sob o seguinte título: “Menino começou uma mudança de sexo aos oito anos porque ele (e seus pais lésbicas) sabia que sempre quis ser uma menina”.

(foto acima: Thomas no centro e suas duas "mães" Debra Lobel e Pauline Moreno)

A reportagem trata da polêmica que se iniciou na Califórnia quando um menino, Thomas Lobel, 11, decidiu submeter-se a uma terapia hormonal para mudança de sexo.

São Paulo, terça-feira, 27 de setembro de 2011

Campanha ideológica do site Último Segundo fragiliza democracia no Brasil

Autor: Edson   |   12:57   6 comentários


Ontem o canal de notícias Último Segundo, do site IG, resolveu auxiliar na derrocada da já frágil democracia brasileira.

No momento em que aumenta a popularidade de políticos com tendências conservadoras, em que a hegemonia esquerdista na política vai perdendo terreno e em que o centrista chocado com os ataques à família - como a promoção do homossexualismo e a tentativa de legalizar o aborto e as drogas - começa a olhar um pouco mais para a direita à procura de refúgio, o referido site publicou cinco matérias, assinadas pelos jornalistas Nara Alves e Ricardo Galhardo, responsabilizando o discurso da direita pelos atos de violência cometidos por movimentos de skinheads.

São Paulo, quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Os transcendentais, a moda e a lama

Autor: Helio Dias Viana   |   19:05   Seja o primeiro a comentar

Os transcendentais do ser – o Belo, o Bom e o Verdadeiro – de acordo com São Tomás de Aquino, são elementos universais, presentes de algum modo em tudo quanto existe.

(Foto ao lado: desfile de modas nas margens do Tietê, 2008)

Por disposição do Criador, as coisas criadas são belas, boas e verdadeiras, obedecendo a uma misteriosa e maravilhosa estética universal, que cumpre ao homem, com sua natureza racional, compreender e admirar. Quanto às criações humanas, “netas de Deus” na expressão de Dante, é plenamente desejável que mantenham tais padrões. Na medida de suas proporções, contribuem para que a existência terrena seja bem ordenada, conduzindo-nos ao nosso fim último.

São Paulo, sábado, 13 de agosto de 2011

Liberdade ou libertinagem?

Autor: Paulo Roberto Campos   |   12:50   3 comentários


Com referência ao que aqui publicamos sobre a questão das drogas, quando procuramos desmistificar a utopia de que maconha é “apenas” uma droga “leve” (utopia pregada por certa mídia e até por certos figurões da política nacional), além de congratulações — que agradeço de coração — recebi três e-mails objetando nossa posição. Eis as afirmações principais de cada um dos signatários:

São Paulo, sexta-feira, 8 de julho de 2011

Maconha não pode ser considerada como “droga leve”

Autor: Paulo Roberto Campos   |   22:51   14 comentários

A propósito do post (Aos maconheiros de plantão: O “argumento-fumaça”, dos defensores da maconha, é uma droga! ) recebi uma objeção indignada (abaixo), assinada por Morpheus. Ignoro se nome ou pseudônimo. Em todo caso, é o nome do deus do sono e dos sonhos...

Apesar desse nosso amigo sonhar com a maconha liberada e apresentar um argumento "viciado", segui seu conselho: “pesquise um pouco mais”.

Comecei, mas logo de início interrompi, pois me deparei com uma pesquisa já feita. Assim, além de ganhar tempo, posso transcrever um texto, não desse modesto rabiscador-blogueiro, mas de especialistas no assunto drogas. Eles deixam claro que a maconha é considerada uma droga leve só em tese, pois, na prática, ela abre portas para o pior do submundo. (segue mais abaixo, matéria publicada na revista “VEJA”).
Morpheus deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Aos maconheiros de plantão: O “argumento-fumaça”,...": 


“A passeata em si vai contra o tráfico! Pois regularizando o consumo, não haveria o por que de alguém querer comprar uma erva toda modificada quimicamente de um traficante!

"Imagine o dinheiro que os policiais corruptos iriam deixar de ganhar dos traficantes? Por que a policia não fecha as bocas que vendem drogas?

"É pura burrice pensar que o 'sonho de qualquer traficante é a maconha liberada'......

"Pesquise um pouco mais.. Pois é ignorância ser contra algo que nem mesmo conhece. O alcool é uma droga muito mais forte e viciante e mesmo assim é vista como algo comum.. isso é certo? Só porque está dentro da 'lei'?

"Cigarro é muito mais viciante que a erva.. Falo isso por experiência própria. E está dentro da 'lei'..

"Antigamente era BONITO fumar, concorda? Mas, hoje em dia.. a MIDIA impoem o contrario.. Agora não é mais bonito fumar.. pois é PROVADO que mata.. e mesmo assim está na lei.. é permitido!

"Morpheus"

***

Antes de transcrever trechos da matéria publicada na revista “VEJA” (06/06/2011), intitulada “A utopia de desfazer o nó”, de Otávio Cabral, transcrevo algumas cartas que a revista recebeu ("VEJA" 15/06/2011), comentando tal matéria:
"Nunca prendemos tanta gente. A razão é simples: o número de criminosos está aumentando porque a demanda por droga também cresceu. É a lei da oferta e da procura".
Delegado Reinaldo Corrêa
Departamento de narcóticos da polícia paulista.

“Muito interessante a forma como foi feita a reportagem, abrindo espaço para reflexões. É visível que o problema não se resolve com o trabalho de combate. A solução real é a educação de qualidade para as nossas crianças e adolescentes como instrumento de prevenção. Trabalho há quase trinta anos com usuários de drogas e dependentes químicos e posso confirmar os sérios riscos que a pessoa corre ao fumar maconha. Entre outros perigos, quando o indivíduo é geneticamente predisposto para a psicose (o que é previamente desconhecido por ele), o uso pode desencadear um surto e até um quadro psicótico permanente”.
Roberto Lúcio Viera de Souza
Médico psiquiatra
Belo Horizonte, MG

“Fernando Henrique Cardoso sai “explicando” o THC (maconha) e diz que errou quando agiu antes. Quem garante que ele está certo agora?”
José Francisco Veloso
Doutor em dependência química
Vila Velha, ES

“O Brasil de hoje insiste em privilegiar as minorias, com métodos subliminares, ineficientes e ofensivos à maioria. A regulamentação do uso da maconha atende somente aos apelos da hipocrisia e da indolência. O cidadão de bem não está interessado nesse debate, não obstante seja vitimado caos social provocado pela sua demanda. A liberação não reduzirá a violência nem o poder do narcotráfico, muito menos o consumo. A violência persistiria, porque existem outras drogas mais baratas e devastadoras. O poder do narcotráfico restaria intocável, mediante o fomento do mercado paralelo. E o adepto do baseado prosseguiria puxando o seu, sem ser importunado. Antes das experiências alienígenas o Brasil precisa provar um daqueles planos de segurança sucessivamente engavetados pelos governantes, precisa da verticalização dos bons exemplos e da atenção aos seus filhos decentes e trabalhadores. A perdição da humanidade jaz nessa relatividade dos conceitos, responsável pela insegurança jurídica, pela descrença nas instituições, pelo desmantelamento dos lares, pelos desvarios da sociedade”.
Lucia Castralli
Delegada de Polícia Federal
Salvador, BA

“É ilusão acreditar que a descriminalização de drogas vai acabar com o tráfico. O tráfico é igual ao contrabandista, sempre oferecerá um preço mais baixo porque não paga impostos”.
Ronaldo Pianowski de Moraes
Curitiba, PR
***
A utopia de desfazer o nó

Veja - 06/06/2011 [trechos]
Otávio Cabral

O Brasil é o único país que faz fronteira com os três maiores produtores de coca do mundo: Peru, Colômbia e Bolívia. Dos três, apenas a Colômbia tem uma política agressiva de combate às drogas. A Bolívia é governada por um ex-cocalero, e o Peru será apontado na próxima semana pela ONU como o maior produtor mundial da droga. O plantio da coca, antes concentrado nos vales andinos, já chegou à Amazônia peruana, ao lado do Brasil. No total, as fronteiras brasileiras somam mais de 24000 quilômetros. Mesmo que o país contasse com o mais eficiente sistema de segurança do mundo, seria impossível barrar a entrada de drogas por tal vastidão – que dirá, então, com os míseros 27 postos da Polícia Federal instalados para vigiá-la. Sofremos, ainda, com corrupção generalizada e verticalizada, que atinge todos os escalões de todas as instituições. A alta taxa de informalidade da economia é outra grande amiga dos criminosos: permite ao tráfico fincar estacas em rodas as regiões do país, cooptando jovens sem instrução, de famílias pobres e desestruturadas. Da geografia às mazelas crônicas do país, portanto, tudo conspira para que no Brasil o tráfico floresça e produza sua horda de viciados. Que, nem adianta enganar-se, não ganhariam nenhum amparo real de um sistema de saúde tão falido que, em certas regiões, não consegue atender a queixas básicas.
Países que já solucionaram essas questões provavelmente teriam a ganhar em ao menos examinar argumentos como os expostos em Quebrando o Tabu antes de descartá-las. Mas, mesmo nesses, a descriminalização deixaria a descoberto uma questão essencial. Veja-se o caso da Holanda, onde a venda varejista de maconha e haxixe em coffee shops é aceita e regulada e a venda no atacado, por assim dizer, é crime. Como a droga segue abastecendo o comércio, é óbvio que há uma medida de conivência do estado com o tráfico. Que, sim, é um problema do qual os holandeses têm de se defender ferozmente. Por isso países como a Suécia reverteram suas políticas liberalizantes. No início da década de 60, os suecos estiveram entre os primeiros a aceitar o uso de entorpecentes. Mas o afrouxamento fez explodir o número de usuários e congestionou o sistema de saúde. Na década seguinte, então, o país endureceu a legislação e voltou a proibir ouso e a impor penas tanto a traficantes como a usuários. Hoje, a Suécia tem um terço da média europeia de usuários de drogas. Na Suíça, na década de 80, foram criados os "parques da seringa", onde se podia consumir qualquer tipo de droga sem ser incomodado. A ex-presidente Ruth Dreifuss (1999) admite o fracasso: "Perdemos o controle dos parques: os criminosos os aproveitavam para trazer drogas para os viciados". Por dez anos seguidos, nos Estados Unidos, a política da tolerância zero fez cair o consumo de maconha entre os estudantes. Há três anos, ele voltou a subir: segundo especialistas, efeito direto da liberação da maconha para fins medicinais na Califórnia e em outra dezena de estados – a qual favoreceu o surgimento de uma rede de "médicos-traficantes" que prescrevem a erva a qualquer um que pague entre 100 e 500 dólares por uma receita.

No Brasil, qualquer discussão que vise a mitigar o problema das drogas tem de reconhecer a tragédia pandêmica e assassina do crack. Essa forma de consumir cocaína, antes restrita às grandes cidades, hoje está espalhada pelo país. Mais destrutivo ainda, o óxi chegou aos centros urbanos a 2 reais a pedra. "Não há dúvida de que a maconha é uma porta de entrada. Ninguém começa direto no crack. Primeiro é o cigarro, depois uma cervejinha, um baseado...", diz o psiquiatra André Malbergier, da Universidade de São Paulo. Segundo essa visão, qualquer tolerância ao uso da maconha provocaria, de imediato, um aumento do consumo, alargando a porta de entrada a que se refere o psiquiatra Malbergier.
[...]
O tráfico tem a maconha como seu produto mais vendido, embora menos lucrativo que a cocaína e o crack. Tráfico que sitia partes de cidades, arregimenta jovens para o crime, decreta toque de recolher, substitui o estado e abre portas para outros tipos de delito, como tráfico de armas, sequestro, homicídio e roubo de carros. Em suma, quem fuma maconha está ajudando a movimentar a roda do crime. Ela é também um problema de saúde pública. Pelo menos 6% dos usuários se tornam viciados. É menos que o álcool (15%) e a cocaína (40%), mas o índice não pode ser desprezado. No período de uso intenso, há alteração da memória e da capacidade de concentração. Se for muito utilizada na adolescência, pode antecipar transtornos psíquicos. "Em meu consultório, atendo garotos que perderam o controle. Como acham que a maconha não traz problemas, eles usam de manhã, de tarde e à noite. Saem do eixo, deixam a escola", alerta Arthur Guerra.
[...]

São Paulo, quarta-feira, 6 de julho de 2011

Ideologia de gênero prepara caminho para uma sociedade androgênica: escola proíbe uso dos termos menino e menina

Autor: Edson   |   19:34   3 comentários


A desigualdade sexual (refiro-me simplesmente aos termos masculino e feminino que traduzem uma realidade da biologia humana) parece incomodar, na Suécia, a diretora da escola maternal Egalia, Lotta Rajalin.

Adepta da "ideologia de gênero", Lotta pretende modificar a mentalidade das mais de 30 crianças, com idade entre 1 e 6 anos, removendo "as referências masculinas e femininas na linguagem e conduta".

São Paulo, terça-feira, 5 de julho de 2011

Aos maconheiros de plantão: O “argumento-fumaça”, dos defensores da maconha, é uma droga!

Autor: Paulo Roberto Campos   |   10:46   3 comentários


Marcha da Maconha, Liberalização das drogas, tráfico, STF

No dia 2-7-11, o movimento pró-maconha, “baseado” em equívocos, concentrou cerca de mil pessoas na Av. Paulista para a 1ª Marcha após a liberação concedida pelo STF.

Paulo Roberto Campos


A autorização da "Marcha da Maconha" — um ato ilícito que acaba incentivando o consumo de outros tipos de droga — continua causando muita indignação contra a decisão do STF. E, como veremos, com muita razão.

A aprovação da passeata dos maconheiros — que os traficantes agradecem — fez-me lembrar o que ouvi certa vez: “O problema do Rio de Janeiro é a influência do tráfico; o problema de Brasília é o tráfico de influência...”

São Paulo, domingo, 3 de julho de 2011

Estudantes de Curitiba reagem contra pornografia em telefones públicos

Autor: Ivan Rafael   |   16:54   3 comentários



Em Curitiba, 20 universitários se reuniram para retirar cartões e adesivos de pornografia que infestam os orelhões do centro da cidade, noticiou o site de notícias G1 PR (27/6/11).

O estudante Jessé Victor da Rocha, organizador da reação, disse que a ideia surgiu depois de um trabalho realizado em sala de aula sobre lições humanas, onde o foco principal era o de rever o mal social. “Um mal que todo mundo vê, mas não faz nada”, declarou Jessé.

São Paulo, terça-feira, 28 de junho de 2011

Enquete: O que pensa o leitor da atitude do juiz que anulou contrato de união estável entre homossexuais no Estado de Goiás?

Autor: Edson   |   14:30   9 comentários

Supremo Tribunal Federal reconheceu como “entidade familiar” o contrato de “união estável” de casais homossexuais. Mas, para o juiz da 1º Vara de Fazenda Pública de Goiânia, Jerônymo Pedro Villas Boas, “o Supremo mudou a Constituição”. “Apenas o Congresso tem competência para isso”, disse o magistrado ao portal de notícias G1 (Cfr.: “Juiz anula contrato de união estável entre homossexuais”, 19/6/2011).

Isso levou Villas Boas a anular o pedido de “união estável” de um casal homossexual e estendeu a proibição para todos os cartórios de Goiânia.

Para você, leitor, a atitude do juiz foi correta?

Obs: Foi necessário resetar a enquete (28/6/2011 às 15:30), pois entraram pessoas que repetiram o voto várias vezes, viciando o resultado da pesquisa. Já conseguimos bloquear a repetição de voto, e reiniciamos a enquete.