Frase

"Pourquoi sommes-nous toujours fascinés par ces images du passé? Parce que nous sommes des espèces de dieux quand nous regardons en arrière. Dieu connaît tous les temps et Il connaît tous les avenirs. Nous ne connaissons qu'un avenir: c'est l'avenir du passé". Jean d'Ormesson.(clique aqui para ler a tradução)

(Frases antigas)

São Paulo, sexta-feira, 3 de junho de 2011

Voltando ao caso de Lech Walesa - Nobel da Paz acusado de ter sido espião comunista

Autor: Edson Carlos de Oliveira   |   10:24   1 comentário



No passado, há três anos atrás, este blog noticiou, antes mesmo de sair na grande imprensa nacional, a polêmica na Polônia em torno da publicação do livro SB a Lech Wałęsa. Przyczynek do biografii (foto da capa ao lado, clique nela para aumentar) escrito por Sławomira Cenckiewicza e Piotra Gontarczyka, membros do Instytut Pamięci Narodowej (Instituto da Memória Nacional) que é um órgão público criado para a investigação dos crimes cometidos pelos nazistas e comunistas contra a Polônia.

(Foto ao lado: Lech Walesa, líder do movimento sindical Solidariedade)

De acordo com as investigações do referido Instituto publicadas no livro, Walesa, sindicalista, ex-presidente polonês e Nobel da Paz em 1983 - tido por alguns lunáticos como uma das principais figuras que derrubou a ditadura soviética na Polônia -, servia como espião do Serviço de Segurança (sigla polonesa: SB - Służbą Bezpieczeństwa) do regime comunista do de seu país sob o codinome de "Bolek".

A SB possuía mais de 90 mil agentes secretos e 25 mil policiais para manter a "democracia" marxista no país eslavo contra a elite conspiratória.


O livro "Serviço de Segurança e Lech Walesa, contribuição para uma biografia" contém 751 páginas sendo 130 delas só de fotocópias de documentos originais ligando Walesa ao pseudônimo Bolek que é citado várias vezes nos registros da SB entre 1970 a 1976. A primeira edição do livro foi esgotada já no primeiro dia de venda.

Recentemente, como informa o jornal polonês Gazeta Wyborcza (1/6/2011), o candidato à presidência do Instituto de Memória Nacional, Lukasz Kaminski (foto ao lado), foi interpelado se apoiava ou não a tese do livro de que Walesa era Bolek. "Ninguém negou esta alegação", disse ele e acrescentou que também não a nega.

1 comentários:

Pode ser.Este homem já é carta fora do baralho, outras coisas estão acontecendo no momento presente.
Bem ou mal, as coisas estão melhores na Polônia de hoje.
Consideraram a hipótese de ele ter sido um espião duplo?
A TFP, ela mesma, já foi muito espionada no passado e hoje se concentram em espionar o IPCO.
Sejam sempre fiéis aos ensinamentos do professor Plínio Corrêa de Oliveira, isso já é muita coisa.
Abraços