
A Ideologia de Gênero, se já não for, certamente será a principal bandeira revolucionária. Diversos países já estão aprovando leis ou adotando políticas inspiradas nessa corrente ideológica.
(Foto ao lado: Dr. John Money, psicólogo e adepto da "Ideologia de Gênero" que fez uma das experiências médicas mais monstruosas da História do século XX)
Exemplos não faltam. A difusão no mundo inteiro dessa ideologia começou na IV Conferência Mundial da ONU sobre a Mulher em Pequim -1995. Neste ano, na França, o Ministério da Educação introduziu nas aulas de ciências naturais o tema. No Canadá os termos pai e mãe foram substituídos por "fornecedores de energias genéticas" e na Espanha por "progenitor A" e "progenitor B". Uma escola na Suécia proibiu que seus funcionários tratassem as crianças como meninos ou meninas. Na 55ª sessão da Comissão sobre o Status da Mulher, do Conselho Econômico e Social da ONU, acrescentou-se um novo parágrafo preambular no relatório definindo gênero conforme essa ideologia. Enfim, entre muitos outros exemplos, no Brasil, com o PNDH-3, o governo visa "desconstruir a heteronormatividade".