Frase

"A Revolução Francesa começou com a declaração dos direitos do homem, e só terminará com a declaração dos direitos de Deus." (de Bonald).
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São Paulo, sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Ideologia de Gênero na Educação

Autor: Edson   |   10:42   Seja o primeiro a comentar


A família brasileira está em pé de guerra contra a implantação da Ideologia de Gênero nas escolas.

Cabe destacar aqui todo o empenho promovido por diversos movimentos que pressionaram ou estão pressionando seus Vereadores e Deputados Estaduais para remover o vírus dessa ideologia dos programas que apontam as metas a serem atingidas nos próximos 10 anos na educação brasileira.

Entre as instituições presentes nos protestos, é digno de nota a atuação dos jovens voluntários do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira em Curitiba, Brasília e São Paulo e de diversos amigos e simpatizantes da instituição em várias outras cidades brasileiras que colaboraram para que 98% dos municípios até agora rejeitassem a introdução da nefasta Ideologia de Gênero no ensino educacional.

Como a batalha em São Paulo não acabou, o IPCO está promovendo uma campanha de e-mails tanto aos Vereadores quanto aos Deputados Estaduais.

Participe:



São Paulo, sábado, 23 de maio de 2015

Lançado em Roma o opúsculo “Opção Preferencial pela Família”, escrito por três bispos

Autor: Edson   |   11:27   Seja o primeiro a comentar



Na manhã do dia 19 de maio último, no Hotel Columbus, localizado na Via della Conciliazione, em Roma, foi lançado o volume "Opção Preferencial pela Família – 100 perguntas e respostas em torno do Sínodo" (edição Supplica Filiale), cujos autores são Dom Aldo Pagotto (Arcebispo da Paraíba, Brasil), Dom Robert Vasa (Bispo de Santa Rosa, Califórnia) e Mons. Athanasius Schneider (Bispo auxiliar de Astana, Casaquistão).

O prefácio é de autoria do Cardeal Jorge Medina Estévez, Prefeito emérito da Congregação para o Culto Divino, com encômios de Mons. Luigi Negri (arcebispo de Ferrara-Comacchio, Itália), de Mons. Tadeusz Kondrusiewicz (arcebispo de Minsk-Mohilev, Bielo-Rússia) e de Mons. Patricio Bonilla Bonilla, Ofm (Delegado Apostólico de São Cristóvão de Galápagos, Equador).

O lançamento, em Roma, foi noticiado, em 20 de maio, pelo famoso vaticanista do jornal La Stampa, Marco Tosatti.

Segundo o porta-voz da iniciativa Supplica Filiale, professor Tommaso Scandroglio, “este opúsculo é um original Vade-Mecum sobre a família, tema que será objeto do próximo Sínodo. A obra é composta por cem perguntas e respectivas respostas. As perguntas reproduzem as objeções mais difundidas sobre a sexualidade, a indissolubilidade do vínculo matrimonial, o divórcio, a homossexualidade, a declaração canônica de nulidade do matrimônio, a comunhão aos divorciados recasados, a misericórdia, a pastoral e muitas outros assuntos correlatos. As respostas, em contrapartida, expõem a imutável doutrina da Igreja católica sobre estas questões”.

Para o prof. Scandroglio, a publicação tem uma dupla intenção. Por um lado, pedir que haja coerência com os ditames da Igreja católica relativamente ao âmbito da moral natural e da Fé. Por outro lado, oferecer a prova de que, em muitíssimas articulações conceituais que afetam o tema da família, a doutrina já está consolidada e há muito tempo superou e com sucesso algumas objeções de caráter ético e teológico, repetidas frequentemente pelos meios de comunicação de massa. O desafio é, portanto, eminentemente de caráter pastoral, disse Scandroglio, acrescentando que “o Vade Mecum tem em vista sobretudo os bispos, padres, religiosos, catequistas e fiéis atuantes na vida da Igreja. Mas também visa a todos os leigos que encontrarem nesta ágil publicação alguns argumentos de ordem racional para defender a família contra esses ataques que uma certa cultura niilista e relativista está desencadeando com frequência sempre maior”.

Na conferência de apresentação do opúsculo Opção Preferencial pela Família interveio também o dirigente pró-life inglês John Smeaton, co-fundador da coalizão Voice of the Family, um dinâmico think tank em apoio da família natural e tradicional. Voice of the Family tem produzido estudos de alta competência sobre o tema, como uma recente análise do Relatório Sinodal de 2014, a qual enfatiza as questões ali omitidas, ou aqueles aspectos tratados de modo ambíguo, e que, portanto, causaram confusão entre os fiéis, e que, sempre segundo Voice of the Family, deverão ser urgentemente esclarecidos no Sínodo de 2015.

A Filial Súplica ao Papa Francisco (www.supplicafiliale.org) já superou as 250.000 assinaturas, entre as quais as de 4 cardeais, 23 bispos e arcebispos e numerosas personalidades públicas e acadêmicas de numerosas nações.

São Paulo, segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

O lobby homossexual é um fenômeno da mídia

Autor: Paulo Roberto Campos   |   21:49   1 comentário

Fonte: Kultur und Medien – online
http://kultur-und-medien-online.blogspot.com.br/

As últimas estatísticas comprovam: grande parte da mídia concede importância exagerada a reivindicações absurdas de deputados e senadores pertencentes ao lobby homossexual. São razões ideológicas que levam a mídia a insuflar a importância de um grupo fortemente minoritário como o dos homossexuais. 

A realidade na Alemanha é inteiramente outra. 
Existem na realidade 73 mil uniões homossexuais. O que significa uma porcentagem ridícula de 0,2 %, se compararmos com os 41 milhões de uniões heterossexuais. Entretanto a mídia noticia as reivindicações homossexuais como se eles constituíssem a grande maioria. Entre as 73 mil uniões homossexuais, 6 mil (9 % das 73 mil) adotaram crianças. Apesar disso a mídia dá a entender que o número de adoções é de milhões. 
____________________ 
Nota: 
O Blog da Família está certo de que, no Brasil, dá-se o mesmo fenômeno de torção mediática da realidade. É sumamente lamentável essas cifras de uniões homossexuais e de adoções de crianças por parte dessas duplas, mas o que aqui estamos queremos ressaltar é o quanto a mídia procura exagerar para favorecer a agenda do movimento homossexual. 

Apenas para dar um exemplo desse tipo de ação da mídia, leia abaixo esta breve e recente notícia (“Folha de S. Paulo”, 29-12-2013), e compare o título (EXAGERADO) com o conteúdo da notícia (A REALIDADE).

Quem só lê o título, imagina que milhares de pessoas praticaram o “topless”, vai-se ver a realidade: apenas 6 (sim, somente seis) mulheres o fizeram... 


Sol volta a aparecer no Espírito Santo e praia tem ‘toplessaço’ 

SÃO PAULO — Depois dos seguidos dias de chuva que deixaram 24 mortos e 60.037 desaloja-dos, o ES voltou a ver sol ontem. Na presença do astro, um grupo de mulheres promoveu um “toplessaço” na praia da Ilha do Boi, em Vitória. Elas protestavam contra a proibição da prática do topless. Organizado pelo Facebook, o evento teve mais de mil confirmações — seis mulheres tiraram os sutiãs. Ato semelhante no Rio reuniu apenas cinco ativistas e uma multidão de curiosos.

São Paulo, segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Ainda sobre a “Lei da Mordaça” a ser aplicada aos defensores da Família

Autor: Paulo Roberto Campos   |   11:08   1 comentário

No caso da anunciada votação do PLC 122/2006, para o dia 20 p.p., obtivemos vitória numa batalha, mas não na guerra contra este projeto absurdamente anti-família. A guerra continua, pois ainda não arquivaram tal PLC — a “Lei da Mordaça". Ele apenas foi retirado de pauta no dia marcado para sua votação na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado (CDH). 
Portanto não podemos nos calar e precisamos estar bem atentos a possíveis manobras regimentais, nas quais os parlamentares, manipulados pelo lobby homossexual, são mestres. Se não vigiarmos, na calada da noite, eles acabam aprovando o nefando PLC.

Tudo leva a crer que a “retirada da pauta” do PLC 122 foi devido às reações, como os telefonemas e e-mails de protestos ao Senado e diversas outras manifestações. Mas como o perigo não foi afastado, continuemos pressionando os parlamentares. No final deste post assista um vídeo sobre a questão. 

A respeito do problema da criminalização do que muito equivocadamente chamam “homofobia”, click em “Lei da Homofobia”, no SUMÁRIO que se encontra abaixo na coluna da direita. Ver-se-á que, no fundo, o que se pretende é criminalizar os defensores da família, destruir esta instituição, abolir a liberdade de expressão e liberdade religiosa — proibir qualquer manifestação contra as práticas homossexuais severamente condenadas por Deus. 

Transcrevo a seguir a CARTA ABERTA, assinada Adolpho Lindenberg, que o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira encaminhou a todos os senadores: 
“Em 21 de maio p.p., o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira protocolou, na presidência desta Casa, a entrega de 3.449.376 de e-mails enviados aos Senadores por brasileiros de todas as latitudes, pedindo a rejeição total do PLC 122 (volume XL). Diante da iminência da votação do substitutivo do Sen. Paulo Paim na Comissão de Direitos Humanos do Senado, o mesmo Instituto dirige-se respeitosamente a seus membros, em Carta Aberta, reiterando o pedido de arquivamento total do projeto. 



Brasília, 20 de novembro de 2013

Carta Aberta aos membros da Comissão de Direitos Humanos do Senado

Rejeitem a chamada “lei da homofobia” 

Excelentíssimos Senhores Senadores, 

De acordo com notícias veiculadas no site do Senado (14 e 19-11-13), o Sen. Paulo Paim apresentou substitutivo ao Projeto de Lei 122/2006, popularmente conhecido como “lei da homofobia”. De acordo com o site, “até hoje não foi possível aprová-lo porque alguns parlamentares apontaram no texto tentativa de cercear a liberdade religiosa.” Tal lacuna teria sido preenchida, pois, diz o relator, “colocamos parágrafo que resguarda ‘o respeito devido aos espaços religiosos,’ quanto à manifestação de afetividade de qualquer pessoa em local público ou privado aberto ao público”. 

Tais informações não procedem, pois a “liberdade religiosa” continua sendo gravemente “cerceada” pelo PLC 122. Senão, vejamos. 

De acordo com declarações do senador-relator à Agência Senado, será permitido criticar a prática homossexual somente dentro dos “templos religiosos”. 

Para ele, “poderá ser preso aquele que praticar crime de racismo, de discriminação contra idoso, contra deficiente, contra índios e em função da orientação sexual. Todo crime de agressão, seja verbal ou física, vai ter que responder um processo legal“. 

Isso não se aplica. Com clareza e objetividade, a Dra. Helena Lobo da Costa, professora de Direito Processual Penal na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), mostra documentadamente que uma lei contra a homofobia é totalmente inútil do ponto de vista jurídico. Tudo quanto poderia ser considerado “crime” contra um homossexual já está previsto no Código Penal e vale para todos os cidadãos. Nada justifica a criação de um estatuto privilegiado instituindo uma casta (cfr. Jornal do Advogado-SP, março-2011). 

Mas o eminente relator fez uma concessão enganadora: “Dentro dos cultos religiosos, temos que respeitar a livre opinião que tem cada um. Por exemplo, você não pode condenar alguém por, num templo religioso, ter dito que o casamento só deve ser entre homem e mulher. É uma opinião que tem que ser respeitada.” 

E a liberdade de expressão de todo cidadão brasileiro, garantida pela Constituição, vai por água a baixo? A livre expressão agora está restringida a um gueto que o relator chama de “templo religioso”? 

Aparentemente sim. Mas no texto, nem sequer essa “livre expressão” está resguardada. De acordo com o substitutivo, proíbe-se “induzir ou incitar a discriminação ou o preconceito […] de orientação sexual e identidade de gênero” e se penaliza quem “impedir ou restringir a manifestação de afetividade de qualquer pessoa em local público ou privado aberto ao público, resguardado o respeito devido aos espaços religiosos.”

O texto não diz que os religiosos poderão falar em seus templos contra a prática homossexual, mas que poderão coibir a “manifestação de afetividade” homossexual em suas igrejas. Só isso. 

Essa concessão, ao que tudo indica, serve apenas para tentar adormecer as reações contra o projeto, sem mudar substancialmente seu aspecto persecutório.

Entretanto, há mais: 

Uma mãe não poderá cumprir seu dever de resguardar a moral de seus filhos. Pois se uma mãe quiser contratar uma babá, e aparecer uma candidata lésbica, a mãe não pode sequer dificultar sua contratação pelo fato de ser lésbica a candidata, sob pena de ficar até três anos atrás das grades. 

Não poderá mais haver colégios de acordo com a lei de Deus. Pois se o diretor de uma escola cristã impedir a contratação de um homossexual declarado e militante, três anos de cadeia! 

E o que será do reitor do seminário que não aceitar um candidato homossexual? O que será da paróquia que impedir a contratação de um funcionário assim? 

Como já dissemos, o substitutivo ao PLC 122/2006 contém em seu bojo praticamente todo o péssimo conteúdo anterior, com poucas maquiagens para mitigar as reações. 

De nossa parte, baseados no best-seller “Homem e Mulher, Deus os criou”, do renomado sacerdote Pe. David Francisquini e prefaciado pelo Arcebispo da Paraíba, D. Aldo de Cillo Pagotto, afirmamos que não temos como objetivo difamar ou injuriar ninguém, não nos move o ódio pessoal contra quem quer que seja. Nossa oposição ao projeto em pauta visa defender as preciosas instituições e normas da civilização cristã na sociedade, cujas liberdades correspondentes se encontram inscritas na Constituição brasileira. 
*   *   *
Os brasileiros, em sua grande maioria, não querem a aprovação dessa lei. Fazendo eco a esse brado da opinião pública, representado pelos 3.449.376 e-mails supracitados, o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira vem por meio desta pedir novamente aos Srs. Senadores que digam NÃO ao PLC 122/2006, sob pena de vermos implantada no Brasil uma verdadeira perseguição religiosa, e uma crise de consciência sem precedentes na história da Nação.  
Adolpho Lindenberg
Presidente


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São Paulo, segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Sem base em reivindicações jurídicas qualquer direito à homossexualidade

Autor: Paulo Roberto Campos   |   19:32   1 comentário

Um aspecto da histórica manifestação (800 mil pessoas) em defesa da família e contra o homossexualismo no dia 13 de janeiro em Paris
A associação Avenir de la Culture distribuiu ontem à imprensa francesa e estrangeira um comunicado [abaixo] muito oportuno, comentando um outro comunicado: o documento lançado pela Conferência Episcopal francesa, três dias após a maior manifestação da história contra o “casamento” homossexual.

Infelizmente, tal instituição episcopal, presidida pelo Cardeal André Vingt-Trois, está cedendo às reivindicações do lobby do movimento homossexual.


Procedendo desse modo lamentável, tais bispos estão deixando estarrecida toda aquela multidão [fotos acima e abaixo] que no dia 13 último saiu às ruas em defesa da Família e contra a agenda LGBT apoiada pelo governo socialista francês.

Estarrecido encontra-se todo o mundo verdadeiramente católico com o documento episcopal, que propõe fazer concessões ao “projeto de lei Taubira” (nome da ministra da Justiça, Christiane Taubira), aceitando alguns casos de adoções de crianças por “casais” homossexuais e aceitando certas uniões entre pessoas do mesmo sexo, desde que não se use o termo “casamento”! Como se podem aceitar uniões gravemente pecaminosas se elas são contrárias à lei moral natural e às leis de Deus?! Um escândalo!

Portanto, é inaceitável qualquer tipo de legalização de relações homossexuais. Inaceitável também a tentativa daqueles bispos franceses de abafar a santa indignação dos católicos contra um projeto tão oposto à doutrina católica e ao plano de Deus para o matrimônio e a família.


PS: A seguir, o mencionado comunicado de Avenir de la Culture (www.avenirdelaculture.fr) e novas imagens da manifestação do dia 13 p.p. Algumas dessas fotos foram feitas e enviadas pelo meu colega Josias Batista de Pina, que participou do colossal protesto em Paris (para ampliar, click nas fotos).

Comunicado de Avenir de la Culture
“Um fraco rei faz fraca a forte gente” 

17 de janeiro de 2013 

Esta célebre frase de Camões vem ao espírito ao ler o comunicado publicado ontem pelo Conselho Permanente da Conferência Episcopal, três dias após uma das maiores mobilizações que a França jamais conheceu.

Em decalagem com um milhão de manifestantes que clamavam pela retirada imediata do projeto de lei Taubira [foto abaixo], os mais altos responsáveis pela Igreja na França se limitaram a pedir que no debate parlamentar sejam encontradas formulações respeitosas do caráter heterossexual do casamento, da filiação e das pessoas homossexuais.

Os bispos aceitam, portanto, o princípio de uma remodelação do direito da família: eles acolhem as reivindicações do lobby LGBT por um quadro jurídico solene, desde que a etiqueta “casamento” não venha embalar o produto e que a adoção de crianças pelos pares homossexuais se faça sem reconhecimento fictício de paternidade.

Compreende-se que um organismo episcopal disposto a ceder a esse ponto deplore a crescente polarização entre uma França apegada à família tradicional e um governo socialista cegado pela “teoria do gênero”.

Jamais se compreenderá como podem os Pastores católicos sugerir, ainda que implicitamente, um Pacs+ — isto é, um agravamento das parcerias homossexuais — como uma alternativa possível ao “casamento para todos”.
Com efeito, tal fórmula está em aberta contradição com o ensinamento da Igreja, segundo o qual “não existe um direito à homossexualidade, o que não deveria, portanto, constituir a base para reivindicações jurídicas” (cf. Declaração da Congregação para a Doutrina da Fé, julho de 1992).

Diante desse comunicado decepcionante, Avenir de la Culture reitera o que escreveu no dia 8 de dezembro último, em seu “Respeitoso apelo aos Bispos da França: Não tenhais medo!”:

Os católicos de base quereriam uma Igreja sem complexos, que não hesitasse em entrar no embate das convicções e defendesse com voz forte os valores cristãos. Se os bispos persistirem em oferecer ao governo um ‘Pacs melhorado’ como alternativa ao ‘casamento para todos’, eles não farão senão aumentar o fosso existente entre eles e os fiéis.

Avenir de la Culture deseja ardentemente que outras vozes episcopais discordantes destas se façam ouvir, para que a Sra. Taubira não possa repetir um dia o que escreveu Simone Veil em suas memórias, evocando a legislação do aborto: “Com a Igreja Católica as coisas correram melhor do que eu podia imaginar”.
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São Paulo, terça-feira, 15 de janeiro de 2013

SBT e a Cruzada pela Família em Curitiba

Autor: Edson   |   15:30   6 comentários


Na edição de hoje do Jornal da Massa, saiu uma reportagem sobre a campanha realizada em Curitiba pela Cruzada pela Família.

Os repórteres voltam a confundir o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira com o grupo Arautos dos Evangelhos. Mas são corrigidos pelo repórter Paulo Martins. Segue abaixo o vídeo.


São Paulo, quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Cruzada pela Família em Maringá – Movimento homossexual tenta atrapalhar mas não consegue – veja o vídeo

Autor: Edson   |   15:09   Seja o primeiro a comentar

Paulo H. Américo

Sim, a Cruzada continua. E com todo vigor. Neste mês de janeiro, o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira está novamente percorrendo o território nacional em defesa dos princípios perenes da civilização cristã. Em Maringá, os jovens caravanistas continuaram a Cruzada pela Família, uma campanha que visa a alertar a opinião pública para os principais adversários da família nos dias de hoje: o aborto, a agenda do movimento homossexual e diversos outros pontos contidos no projeto de novo Código Penal.

Os voluntários do Instituto divulgaram na manhã do dia 7/1 os livros “Catecismo contra o Aborto” e “Homem e mulher Deus os Criou”, ambos de autoria do Pe. David Francisquini, além de folhetos explicativos do novo Código Penal. Na parte da tarde, o movimento homossexual tentou atrapalhar a caravana, mas pura e simplesmente não conseguiu! O vídeo mostra bem…

A caravana deve continuar por todo este mês, e além dos livros mencionados acima, os jovens caravanistas difundirão o livro “Psicose Ambientalista”, do príncipe Dom Bertrand de Orléans e Bragança, que defende mais um princípio básico da civilização cristã: o direito de propriedade, gravemente ameaçado pelo movimento ambientalista.

A acolhida da população tem sido impressionante, o que mostra como o brasileiro na realidade é bem diferente do que mostra a mídia…

Pedimos a todos nossos participantes que rezem para que a caravana continue tendo todo o sucesso.

São Paulo, segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

FRANÇA: Parada pela Família e pela Infância, contra o “casamento” homossexual

Autor: Paulo Roberto Campos   |   14:15   1 comentário

Papai + Mamãe. Nada melhor para uma criança!

A mídia nacional se fez de cega quanto às gigantescas manifestações ocorridas na França nos dias 17 e 18 de novembro. Nossa mídia “não viu”, “nem ficou sabendo”, das multidões reunidas em Paris e em diversas importantes cidades para se manifestarem contra o pseudo casamento homossexual.

A motivação foi pretensão do neo-presidente francês, François Hollande, de apressar a legalização de tal arremedo de “casamento”, bem como a inconcebível permissão para que tais “casais” adotem crianças.

A “cegueira” midiática, evidentemente, é bem articulada pelas conhecidas “patrulhas ideológicas” que determinam o que convém ou não publicar, o que os brasileiros podem ou não ficar sabendo.

Segundo algumas agências internacionais, mais de 200 mil pessoas saíram às ruas em defesa da família, do matrimônio autêntico e da criança. Elas bradaram slogans e portaram cartazes, como estes: “A França precisa de filhos, não de homossexuais”; “Não há nada melhor para uma criança que um pai e uma mãe”; “As crianças nascem com direito a um pai e a uma mãe”; "Um papai e uma mamãe para todas as crianças". [foto abaixo]


Segundo o diário “Le Monde”, “O governo subestimou a rejeição da opinião pública ao seu Projeto de Lei”, e o jornal francês informa que estão anunciadas outras grandes manifestações para o dia 13 de janeiro próximo.

Mulheres do movimento feminista, semi-nuas e com véu de freira nas cabeças, e ativistas do lobby homossexual tentaram violentamente impedir as manifestações em defesa dos valores da família. A respeito, transcrevo para nossos leitores um excelente artigo de Luis Sérgio Solimeo.

Na faixa: "Liberté, Egalité, Homossexualité"


“Liberdade, Igualdade, Homossexualidade”?


Luiz Sérgio Solimeo 

A Revolução Francesa (1789) teve como base ideológica a filosofia do Iluminismo, sintetizada na famosa trilogia: “Liberdade, Igualdade, Fraternidade". Impondo a total igualdade na sociedade, essa filosofia julgava que daí adviria a completa liberdade e uma idílica fraternidade entre os homens.

A “fraternidade” da guilhotina


Como se sabe, os efeitos imediatos dessa igualdade foram a execução do rei Luis XVI [quadro ao lado], de sua irmã a princesa Elisabete e da Rainha Maria Antonieta; milhares de nobres foram guilhotinados; o clero foi perseguido e massacrado ou teve que entrar na clandestinidade. Os camponeses da Vandéia que se levantaram em defesa do altar e do trono sofreram um verdadeiro genocídio e sua região foi devastada pelas “colunas infernais” do general Turreau.[1]

O terror instaurado pelos revolucionários franceses em nome da igualdade não foi o único; desde então igual terror tem sido responsável por genocídios nazistas ou comunistas, estes últimos na Rússia, China e no Camboja. Para os revolucionários do Khmer Rouge, bastava ser intelectual, ou usar óculos, o que tornava suspeito de intelectual, para ser morto.[2]

A igualdade absoluta destrói a liberdade

A razão pela qual a igualdade absoluta destrói a liberdade e impede a fraternidade é que se trata de uma utopia, um mito ideológico, que contraria a natureza humana.

Embora os homens sejam iguais por natureza, eles são desiguais em talento, em força de vontade, inteligência, etc. E a liberdade e a fraternidade só são possíveis quando existe respeito mútuo, o qual, por sua vez, requer o reconhecimento dessas diferenças naturais. O único jeito de impor a igualdade utópica é por meio de uma feroz ditadura.

Após a Revolução Francesa surgiu o mundo igualitário e secularizado de nossos dias e, levando os princípios de 1789 até o fim, chegou-se ao comunismo. Se toda desigualdade é má, porque aceitar as desigualdades econômicas?[3]

É significativa a comparação feita por Lenine entre a Revolução Francesa e a Revolução Comunista: “A Revolução Francesa é chamada grande porque ela […] foi uma efetiva revolução que, depois de derrubar a monarquia, esmagou completamente os monarquistas. E nós faremos o mesmo com esses senhores capitalistas […] sua ‘liberdade’ deve ser abolida ou diminuída. Isso ajudará a emancipar o trabalho do jugo do capital".[4]

Da Revolução Francesa à Revolução Cultural

Mas, levando a igualdade da trilogia da Revolução Francesa até as últimas consequências ela vai mais além do igualitarismo sócio-político e econômico tendendo a destruir a própria desigualdade dos sexos, no que serve de base para a ideologia homossexual.[5]

Essa ligação entre os princípios da Revolução Francesa e a ideologia homossexual manifestou-se recentemente. Nos dias 17 e 18 de novembro últimos, foram realizadas marchas na França contra o “casamento” homossexual. Tais marchas [à esquerda, foto de uma das marchas] reuniram mais de 200 mil pessoas em todo país. Um cartaz de uma contra-manifestação homossexual a essas marchas proclamava: “Liberdade, igualdade, homossexualidade".[6]

Tal adaptação do lema da Revolução Francesa não parece ser uma coisa esporádica, mas pode ser encontrada em sites homossexuais da França, Canadá e mesmo Polônia, como em artigos que tratam sobre homossexualismo.[7]

Inclusive, numa foto de um participante de uma parada homossexual em Paris, vê-se a mesma adaptação tatuada [foto] no braço de um manifestante.[8]

Socialismo, Homossexualismo e violência

Não é de se admirar que os governos socialistas apoiem a agenda homossexual, como está ocorrendo agora na França onde o executivo está procurando impor o “casamento” homossexual.

Ao mesmo tempo, um dos movimentos mais extremista do socialismo internacional, o anarco-feminista FEMEN, manifestou-se em apoio ao “casamento” homossexual na França.

Mulheres militantes do “FEMEN”, provocativamente de topless e com um véu de freira na cabeça [foto abaixo, devidamente censurada] e dizeres obscenos ou blasfemos escritos no corpo, investiu contra famílias e crianças que marchavam pacificamente em defesa do casamento tradicional, atacando-as com um gás fumígeno.[9]


Embora as fotos e os vídeos mostrem claramente as anarquistas atacando os manifestantes, os quais procuraram contê-las e afastá-las da manifestação, grande parte da mídia inverteu o acontecido e apresentou as mulheres semi-nuas como vítimas dos católicos que participavam da marcha. O governo socialista logo tomou posição condenando a organizadora de uma das marchas, o Instituto Civitas, ameaçando fechá-lo.[10]

Um movimento anarquista sexual

O movimento revolucionário FEMEN teve sua origem na Ucrânia mas encontra-se agora espalhado por inúmeros países. Em seu site ele se define como segue:

“FEMEN – é um novo tipo de Amazonas, capazes de solapar os fundamentos do mundo patriarcal por meio de sua intelecto, sexo, agilidade, fazer desordem, conduzir à neurose e ao pânico o mundo dos homens.

“FEMEN – é uma ideologia do SEXTREMISMO. FEMEN – é uma nova ideologia do protesto sexual das mulheres por meio de campanhas de extremo topless e ação direta.

FEMEN – é o sextremismo servindo para proteger os direitos das mulheres, guardiãs da democracia atacando o patriarcalismo em todas suas formas: ditaduras, a Igreja, a indústria sexual.”[11]

O fim do processo revolucionário 

O Prof. Plinio Corrêa de Oliveira, em seu ensaio "Revolução e Contra-Revolução", analisou o processo histórico que vem destruindo a Civilização Cristã através da Revolta Protestante, a Revolução Francesa e o Comunismo.

A isso ele dá o nome de “As três Revoluções,” as quais desembocaram numa “Quarta Revolução” representada pelas Guerras Culturais de hoje e cuja ponta de lança é sem dúvida o movimento homossexual negador da lei natural.[12]

Nessa fase final do processo revolucionário, a luta se ampliou do campo sócio-político e econômico para o da destruição da lei natural. O socialismo, em aliança com o movimento homossexual, quer impor um estado de coisas completamente oposto ao ditames da moral natural, da lei natural e do Cristianismo e da verdadeira liberdade dos filhos de Deus (Romanos, 8:21).

Uma confrontação de certezas

A luta é sobretudo uma luta de ideias, um confronto de certezas. Confronto entre o ódio revolucionário contra a hierarquia social, a moral, e a Deus, de um lado e a fé altaneira e destemida, que proclama as verdades da fé, da moral e da lei natural e está disposta a dar a vida em sua defesa, do outro.

Numa luta desse porte, precisamos, mais do que tudo, da ajuda da graça de Deus, a intercessão da Santíssima Virgem. Com a sua ajuda, a luta conduzirá à vitória final, mesmo que passemos por túneis de incertezas e de aparentes derrotas.

Sempre confiantes na mensagem trazida por Nossa Senhora em Fátima, de que, por fim, seu Imaculado Coração triunfará.


__________________ 

Notas:
[1] Cf. Francois Furet-Mona Ozouf, A Critical Dictionary of the French Revolution, Cambridge, Mass: Belknap Press of Harvard University Press, 1989.
[2] Cf. The Khmer Rouge and Cambodia, http://www.coldwar.org/articles/70s/KhmerRougeandCambodia.asp.
[3] Para uma visão geral deste tópico ver Plinio Corrêa de Oliveira, Revolução e Contra-Revolução, http://www.pliniocorreadeoliveira.info/livros.asp.
[4] V. I. Lenin, First All-Russia Congress on Adult Education, May 6-19, 1919, http://www.marxists.org/archive/lenin/works/1919/may/06.htm.
[5] Cf. TFP Committee on American Issues, Defending A Higher Law – Wy we Must Ressit same-sex marriage and the Homossexual Movement, Capitulo 3, Spring Grove, Penn, 2004.
[6] Over 100,000 French protesters rally against gay marriage, adoption (PHOTOS) xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx Published: 18 November, 2012, 02:05, http://rt.com/news/france-gay-marriage-protest-955/.
[7] Cf. Liberté Égalité Homosexualité! http://www.etudiant-ontario.ca/Actualites/2010-11-23/article-1987908/Liberte-Egalite-Homosexualite!/1; Liberté, Égalité, Homosexualité, http://fillecherchefilledu86.skyrock.com/2364202551-liberte-egalite-homosexualite.html; Liberté! Égalité! Homosexualité!, http://polandian.wordpress.com/2008/06/12/liberte-egalite-homosexualite/, Yannis Palaiologos, Liberté, Égalité, Homosexualité, November 12, 2012, http://prospect.org/article/libert%C3%A9-%C3%A9galit%C3%A9-homosexualit%C3%A9.
[8] Cf. http://www.flickr.com/photos/fil/714793659/.
[9] Cf. Cavan Sieczkowski,Topless ‘Nuns’ From Activist Group Femen Allegedly Attacked By Anti-Gay Catholic Protesters In Paris (NSFW VIDEO) The Huffington Post, 11/19/2012 11:21 am EST Updated: 11/19/2012 11:31 am EST, http://www.huffingtonpost.com/2012/11/19/topless-nuns-anti-gay-catholic-protesters-paris-femen_n_2158033.html; Topless Femen members clash with anti-gay marriage protestors, 18/11 22:57 CET, http://www.euronews.com/2012/11/18/topless-femen-members-clash-with-anti-gay-marriage-protestors/; Civitas porte plainte contre les Femen et dénonce la disinformation, http://www.itinerarium.fr/civitas-porte-plainte-contre-les-femen-et-denonce-la-desinformation/?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+Itinerarium+%28Itinerarium%29.
[10] http://galliawatch.blogspot.com/2012/11/civitas-november-18.html.
[11] http://femen.org/en/about.
[12] Cf. nota 3.

São Paulo, segunda-feira, 26 de novembro de 2012

EUROPA: A crise é de ordem espiritual. E no Brasil?

Autor: Paulo Roberto Campos   |   00:31   1 comentário



Nesta Babel de notícias que revelam a existência de um plano internacional para se acelerar a destruição da instituição da família (com a aberrante promoção do homossexualismo, do controle de natalidade, do aborto, da eutanásia, do divórcio etc.), deparei-me hoje com uma reportagem auspiciosa para as famílias. Tal notícia encontra-se no site http://infocatolica.com (18-11-12).

Por ocasião do XIV Congresso de Católicos e Vida Pública (foto acima), realizado nos dias 16, 17 e 18 de novembro na Universidade San Pablo-CEU, de Madrid, o primeiro-ministro húngaro, Viktor Orban, discorreu sobre o tema “Esperança e resposta cristã à crise”, tendo sido calorosamente aplaudido.

Entre outras coisas, ele afirmou que a crise econômica europeia se deve principalmente a uma crise de ordem espiritual, e que somente por meio da restauração dos valores cristãos é que a Europa poderá ser regenerada.

A seguir, um resumo da conferência de Orban que preparei para os nossos leitores, pois sua tese vale para Brasil — tanto quanto à solução apresentada para a crise, quanto ao que ele fala de políticos europeus, que se pode aplicar aos quadrilheiros que operam (assaltam) neste Pindorama.


A CRISE ECONÔMICA NÃO VEIO POR ACASO 

O primeiro-ministro húngaro Viktor Orban (foto ao lado) respondeu à pergunta de como foi possível o desmoronamento do sonho de união europeia. Segundo ele, a crise europeia não veio por acaso, mas pela falta de responsabilidade de seus líderes políticos, quando questionaram as raízes cristãs da Europa, que são a força motriz do Velho Continente.

Como exemplo do atual colapso econômico europeu, citou a questão do crédito, que antes era concedido a pessoas responsáveis, mas que depois passou a ser concedido a representantes de países não comprometidos com o cristianismo. O que levou nações inteiras a se escravizarem ao crédito — o que não teria acontecido numa Europa verdadeiramente cristã.

Ele lembrou que no Antigo Testamento a usura era proibida, e que a Igreja sempre rejeitou cobrança de juros abusivos, mas que atualmente os créditos foram desvinculados de responsabilidades morais. O que aprofundou a crise.

Segundo Orban os líderes europeus fizeram carreira, ganharam muito dinheiro e desprezaram os valores cristãos, especialmente a defesa da família e da vida.

O primeiro-ministro húngaro declarou sua crença de que por trás de uma economia bem-sucedida há "algum tipo de força motriz espiritual" e que "a Europa governada de acordo com os valores cristãos se regeneraria".


Deu o exemplo do seu país, explicando que a Hungria — uma nação pobre devido ao legado do regime comunista, que a subjugou por décadas e na qual a pensão média era de apenas 250 euros — teve início uma reconstrução moral. Ele lembrou que seu primeiro rei, Santo Estêvão (quadro ao lado) , ofereceu suas armas e o reino à Virgem Maria. Assim, a nova Constituição húngara é baseada na dignidade, na liberdade, na família, na fidelidade, com obrigação expressa de ajudar os pobres. Ou seja, ela é baseada nos valores cristãos. O que irritou profundamente a esquerda europeia, que chegou a condenar a Hungria no Parlamento de Estrasburgo. Este deseja converter a Europa num continente ateu, no qual o conceito de família seja substituído pelo individualismo.

Armas da Hungria: a coroa de Sto. Estevão, o cetro, a espada e o globo


Com base em sua própria experiência, Viktor Orban propôs uma renovação da cultura e da política baseada nos valores cristãos. Para ele, não há outro caminho. Ao afirmar isso, o primeiro ministro foi entusiasticamente aclamado pelo público com aplausos que duraram alguns longos minutos.

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Com essas excelentes ideias, o valoroso primeiro-ministro húngaro será convidado pelo nosso Congresso para falar em Brasília?...
Parlamento Húngaro, em Budapeste (Capital)


São Paulo, segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Bento XVI: Cristãos na política devem defender a família tradicional

Autor: Edson   |   11:01   Seja o primeiro a comentar

Segundo a Vatican Radio (22/9/2012), Bento XVI incentivou os políticos católicos a falar com "espirito profético" em defesa do bem comum e destacou também a importância de defender a família tradicional como unidade básica da sociedade.

"A família", disse o Papa Bento XVI, "é o princípio mais incisivo da educação da pessoa humana" e que "a família, célula mater da sociedade, é, portanto, a raiz que nutre não somente o indivíduo, mas também a própria base da convivência social".

São Paulo, sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Ator Rupert Everett: Não há nada pior que ser criado por dois “pais”

Autor: Edson   |   10:52   2 comentários

Segundo a agência ACI, o famoso ator britânico, Rupert Everett [foto ao lado], que é declaradamente homossexual, assinalou que não há nada pior que “ser criado por dois pais” homossexuais.

Por causa desta afirmação, recebeu diversos ataques por parte do lobby homossexual.

Everett, que atuou em vários filmes como: “Shakespeare apaixonado”, “O Casamento do Meu Melhor Amigo” e fez a voz do personagem do príncipe encantado no “Shrek”, declarou ao Sunday Times Magazine que não pode “pensar em nada pior que ser criado por dois pais homossexuais”.

“Alguns podem não estar de acordo com isso. Está bem! Essa é minha opinião”, expressou.

A respeito disso, a sua mãe declarou à revista que “antes falava que queria que Rupert fosse heterossexual, e ainda sinto isso. Eu gostaria que tivesse uma linda esposa e que tivesse filhos”.

“Seria um pai maravilhoso… acho também que uma criança necessita de um pai e de uma mãe. Eu falei para ele e concorda comigo. Não fica aborrecido e somente ri”.

O ator disse também que “não estou falando em representação da comunidade homossexual. De fato, não me sinto parte de nenhuma ‘comunidade’. A única comunidade a que pertenço é a humanidade”.

Esta não é a primeira vez que Everett critica a “paternidade” homossexual. Anteriormente já a tinha chamado de “egocêntrica e vã”.

Fonte: Associação Devotos de Fátima

São Paulo, quinta-feira, 9 de agosto de 2012

ACI - Comissão tem prazo irreal para revisar controvertido anteprojeto do novo Código Penal

Autor: Edson   |   10:25   Seja o primeiro a comentar

Reforma do Código Penal brasileiro

BRASILIA, 09 Ago. 12 / 03:00 am (ACI).- Na primeira reunião da comissão que analisa a reforma do Código Penal brasileiro, os senadores membros receberam um prazo de apenas 7 dias para apresentar seus pareceres ao relator do projeto, Senador Pedro Taques (PDT-MT), no que aparenta ser uma estratégia para apressar a aprovação de um texto que entre outras coisas, legaliza a prostituição, despenaliza o aborto e aprova as uniões homossexuais. Para esclarecer estes e outros temas relativos a este processo, ACI Digital entrevistou o advogado Paulo Fernando Melo da Costa especialista em Processo Legislativo e Regimento Interno da Câmara dos Deputados.

Outras fontes contatadas por ACI Digital já haviam afirmado que este é um artifício para que não haja tempo para que o povo, se manifeste a favor da vida e da família no novo código. “Não houve um só senador favorável ao prazo. Aparentemente o relator (Sen. Pedro Taques) parece ser o único que acredita na possibilidade de revisar um projeto de mais de 500 artigos em um prazo tão curto, o que nos leva a crer que esta é uma grande armação para que o texto seja aprovada sem oposição alguma”, afirmam fontes da nossa agência direto de Brasilia.

Por sua parte, o Vice-Presidente do PROVIDAFAMILIA e assessor parlamentar na Câmara dos Deputados há mais de 22 anos, Prof. Paulo Fernando Melo da Costa afirmou ao grupo ACI que o texto do Código Penal vigente que data de 1940 precisa efetivamente de uma atualização. “Entretanto a proposta apresentada pelo grupo de trabalho de 15 "juristas" não está em sintonia com o pensamento da grande maioria da população brasileira”, afirmou.

O advogado que também é membro da Comissão de Bioética da Arquidiocese de Brasília destacou ainda sobre o novo texto que este “trata da legalização da eutanásia,da prostituição, da jogatina, da descriminalização do plantio e do porte de maconha para o consumo próprio e a criação de outros tipos penais para a legalização do aborto como por exemplo, o chamado aborto psicológico até o terceiro mês de gestação quando um médico ou psicólogo poderiam atestar que aquela mãe não está preparada psicologicamente para dar à luz", pontuou.

"Por outro lado, a dosiometria da pena sugerida para certos delitos muitas vezes beira as raias do absurdo punindo com excessivo rigor os maus tratos aos animais (que devem ser punidos realmente) com uma sanção bem maior do que a de um vilipêndio de cadáver ou, por exemplo, consta o caso inusitado de que um shampoo falsificado viria a ter punição superior a um aborto cometido por terceiros”.

O senador Pedro Taques (PDT-MT) ao apresentar o cronograma manifestou o desejo ter três audiências públicas para ouvir as entidades representativas da sociedade como o STF, o STJ, a OAB, a Procuradoria da República, entre outras, para que haja participação da sociedade. Nós perguntamos ao perito se as mencionadas entidades representam a opinião, os anseios e as expectativas do povo brasileiro em relação ao novo Código.

“Essas entidades apenas representam os interesses classistas dos seus dirigentes, não sendo interpretes nem dos seus associados e bem longe de serem porta-voz da população brasileira. Sendo advogado não tenho conhecimento que o Conselho Federal da OAB tenha consultado os colegas sobre os temas asseveradas no novo Código Penal.É apenas uma mera encenação para justificar que teoricamente houve participação da sociedade no novo código”, disse o Dr. Paulo Fernando Melo em exclusiva à ACI Digital.

Na opinião do Professor Melo, o povo brasileiro não está ciente do que está sendo aprovado com este reforma e deve manifestar-se.

“A população brasileira estará alheia a apreciação do novo Código Penal, até mesmo porque estaremos em plena disputa eleitoral para prefeito e vereadores nas cidades.O detalhe curioso é que o Congresso Nacional estará de recesso branco até as eleições, ou seja, sem sessões de votações no parlamento e mesmo assim a comissão especial se reunirá com um quorum baixíssimo em uma quinta-feira esvaziada".

"Urge a necessidade da população participar de maneira veemente quer utilizando o "Alô Senado" (0800612211), ligando para o gabinete dos senadores e enviando fax/email para os gabinetes.Outro aspecto importante é utilizar as redes sociais para informar, debater e denunciar todas as manobras para aprovarem esse nefasto texto legal”, sublinhou.

Por último perguntamos ao advogado católico sua opinião sobre o tempo fixado de apenas 7 dias para os senadores revisarem e aprovarem todo o anteprojeto e se há alguma má intenção de aprová-lo tal qual ele está.

Em sua resposta, o acadêmico pró-vida afirmou: “o Código Civil brasileiro em vigor sugerido no texto do ínclito Professor Miguel Reale foi apresentado em 1975 e ficou em discussão por mais de 25 anos no Congresso Nacional, este ano completou 10 anos de sua vigência com inúmeras alterações já feitas ao texto.Como admitir que os Senadores possam num prazo tão ínfimo analisarem algo que vigorou por 72 anos? Este novo texto foi elaborado pela comissão em 7 meses e hoje a relatoria, em seu cronograma, estabeleceu que os senadores tenham menos de um mês para oferecerem emendas , e apenas 7 dias para a análise completa dos mais de 500 artigos que compõem o anteprojeto além de todos os projetos atualmente em trâmite no Senado Federal,estima-se ainda que tenhamos hoje mais de 100 projetos de lei que foram apensados ao PLS236/2012 (Novo Código Penal)”.

“Trata-se de um prazo que poderia concorrer ao "óscar" por efeitos especiais, é simplesmente irreal, para não dizer irrisório. Concluímos, portanto, que tal calendário foi fixado para que não haja suficiente reflexão sobre o texto e nem o estudo sério e detalhado de todas as ciladas, incongruências e falhas apontadas assim aprovarão , em total falta de sintonia principalmente nos tópicos contrários à vida e à dignidade humana”.

“Estima-se que serão apresentadas mais de mil emendas ao texto, uma questão meramente matemática, em 7 dias o relator terá 168 horas ou 10800 minutos(se não fizesse outra coisa na vida) para ler, estudar e emitir parecer sobre o texto original com mais de 500 artigos, as 1000 emendas oferecidas e de todos os projetos em tramitação no Senado entre eles o PLC 122/06 criminalização da homofobia e do PLS 50/2010 que trata do aborto de anencéfalos, caso o Senador Taques conseguisse tal proeza poderia participar de qualquer filme de super heróis.Assim sobraria 7 minutos para a discussão e a aprovação simbólica seria feita em 7 segundos”, ironizou.

“A sociedade exige e merece mais respeito dos nobres Senadores , afinal o novo Código Penal afetará a vida de todos os brasileiros, incluindo o nobres Senadores, apesar da imunidade parlamentar que até hoje eles as mantém”, concluiu o perito.

São Paulo, sexta-feira, 16 de março de 2012

Uma voz “politicamente incorreta” fez-se ouvir no Senado

Autor: Paulo Roberto Campos   |   11:42   2 comentários


No tão badalado "Dia Internacional da Mulher" (8 de março último) houve uma audiência no Senado — na “Subcomisão permanente em defesa da mulher” — a fim de se debater "políticas para a saúde da mulher".

(Subcomissão Permanente dos Direitos da Mulher. Foto: Arthur Monteiro/Agência Senado, 8/3/2012)
De fato, não foi uma audiência para proteger as mulheres brasileiras, as mães de família e suas filhas, mas para defender espúrios interesses de organizações estrangeiras que financiam o aborto na América Latina. Para tal, servindo-se do lobby abortista e feminista.

Entretanto, uma voz feminina — mas não feminista — surpreendeu os participantes de tal audiência. Ninguém esperava. Uma senhora defendeu com autenticidade e coragem os reais interesses das famílias. Vale a pena assistir o vídeo (abaixo) com suas inesperadas palavras increpando a maioria das dirigentes, por não representarem e nem defenderem realmente a mulher brasileira, mas, sim, fundações internacionais pró-aborto.

São Paulo, quarta-feira, 14 de março de 2012

Movimento feminista defende a “masculinização” da mulher...

Autor: Paulo Roberto Campos   |   19:24   4 comentários

... algo tão aberrante quanto a “efeminização” do homem

A propósito do Dia Internacional da Mulher (uma invencionice, moderna e artificial, do movimento feminista), em meio a incontáveis baboseiras e absurdos que se publicou em quase todos os grandes jornais — inclusive de “feministas” defendendo o “direito” de executar o próprio filho (leia-se aborto) — , encontrei um artigo excelente!

(Figura ao lado: na pintura de uma mãe, na tranquilidade do lar, lendo para sua filhinha, vemos o oposto da  mulher tipo "feminista" - segundo a concepção do pseudo feminismo -, que luta para se igualar ao homem)

Certamente tal artigo foi rasgado, pisado e queimado pelas “feministas” radicais, que, no fundo, desejariam mesmo era “queimar” como “herege” a própria autora, acusando-a de ser“politicamente incorreta”. Motivo a mais para se divulgar largamente o interessantíssimo artigo, que abaixo transcrevo.

Ele é de autoria de Talyta Carvalho (uma jovem de 25 anos, filósofa especialista em renascença e mestre em ciências da religião pela PUC-SP) e foi publicado no dia 8 p.p. na “Folha de S. Paulo” em sua seção “TENDÊNCIAS/DEBATES”, que teve o seguinte leitmotiv: “O ASSUNTO É: DIA DA MULHER”.

Não devemos nada ao feminismo 
Talyta Carvalho

As feministas chamaram de libertação a saída forçada do lar para trabalhar; sua intolerância tornou constrangedor decidir ser dona de casa e cuidar dos filhos.

Na história da espécie humana, a ideia de que a mulher deveria trabalhar prevaleceu com frequência muito maior do que a ideia de que deveria ficar em casa cuidando dos filhos.

Não raro, o trabalho que cabia à mulher era árduo e de grande impacto físico. Para a mulher comum na pré-história, na Idade Média [quadro ao lado], e até o século 19, não trabalhar não era uma opção.

Uma das conquistas do sistema econômico foi que, no século 20, a produtividade havia aumentado tanto que um homem de classe média era capaz de ter um salário bom o suficiente para que sua esposa não precisasse trabalhar.

No período das grandes guerras e no entreguerras, a inflação, os altos impostos e o retorno da mulher ao mercado de trabalho (que significou um aumento da mão de obra disponível) diminuíram de tal modo a renda do homem comum que já não era mais possível que maioria das mulheres ficasse em casa.

Esse movimento forçado de saída da mulher do lar para o trabalho as feministas chamaram de libertação.

Óbvio que não está se defendendo aqui que as mulheres não possam trabalhar, não casar, não ter filhos ou que não possam agir de acordo com as suas escolhas em todos os âmbitos da vida. Não é essa a questão para as mulheres do século 21 pensarem a respeito.

O ponto da discussão é: em que medida a consequência do feminismo, para a mulher contemporânea, foi o estrangulamento da liberdade de escolha?

Explico-me. Por muito tempo, as feministas reivindicaram a posição de luta pelos direitos da mulher, exceto se esse direito for o direito de uma mulher não ser feminista.

Assumir uma posição crítica ao feminismo é hoje o equivalente a ser uma mulher que fala contra mulheres. Ilude-se quem pensa que na academia há um ambiente propício à liberdade de pensamento.

Como mulher e intelectual, posso afirmar sem pestanejar: nunca precisei "lutar" contra meus colegas para ser ouvida, muito pelo contrário. A batalha mesmo é contra as colegas mulheres, intolerantes a qualquer outra mulher que pense diferente ou que não faça da "questão de gênero" uma bandeira.

Não ser feminista é heresia imperdoável, e a herege deve ser silenciada. Até mesmo porque há muito em jogo: financiamentos, vaidades, disputas de poder, privilégios em relação aos colegas homens — que, se não concordam, são machistas e preconceituosos, claro.

Outro direito que a mulher do século 21 não tem, graças ao feminismo, é o direito de não trabalhar e escolher ficar em casa e cuidar dos filhos — recomendo, sobre a questão, os livros "Feminist Fantasies", de Phyllis Schlaffly, e "Domestic Tranquility", de F. Carolyn Graglia. Na esfera econômica, é inviável para boa parte das famílias que a esposa não trabalhe.

Na esfera social, é um constrangimento garantido quando perguntam "qual a sua ocupação?". A resposta "sou só dona de casa e mãe" já revela o alto custo sóciopsicológico de uma escolha diferente daquela que as feministas fizeram por todas as mulheres que viriam depois delas.

O erro do feminismo foi reivindicar falar por todas, quando na verdade falava apenas por algumas. De fato, casamento e maternidade não são para todas as mulheres. Mas a nova geração deve debater esses dogmas modernos sem medo de fazer perguntas difíceis.

São Paulo, quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Deputados barram envio da "Lei da Palmada" ao Senado

Autor: Edson   |   20:26   Seja o primeiro a comentar

Aprovada no dia 14 de dezembro de 2011 por unanimidade, em uma Comissão Especial da Câmara dos Deputados, a "Lei da Palmada" (PL7672/10) deveria seguir direto para o Senado caso não houvesse requerimento para votação no Plenário do Câmara.

Leia também:

Para o alento daqueles que ainda possuem bom senso nessa nação, seis recursos foram apresentados e barraram a tramitação desse projeto de lei. Agora a Câmara deverá avaliá-los e somente se não forem aprovados é que a "Lei da Palmada" seguirá para o Senado sem precisar passar pela votação no Plenário.

Autor de um dos recursos, o deputado Augusto Coutinho (DEM-PE) disse à Agência Câmara (14/2/2012) que é um equívoco a interferência do Estado na educação familiar. "Para qualquer tipo de abuso existe enquadramento legal de agressão, que será adequadamente imposto ao agressor. Não há necessidade de interferência na forma de a família educar seu filho. Palmada é uma coisa salutar, em alguns momentos. Eu levei algumas e tenho certeza de que foram importantes na minha vida, para minha formação e para o meu respeito à família e ao próximo", disse o parlamentar.

São Paulo, domingo, 25 de dezembro de 2011

Leitora parabeniza deputados por aprovarem "Lei da Palmada", este blog assina embaixo

Autor: Ivan Rafael   |   21:47   4 comentários

No site do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira, a leitora Juliana Argenta escreveu um comentário parabenizando os deputados que aprovaram a "Lei da Palmada". Este blog, sem ironia, assina embaixo.

"Saudações aos governantes que aderiram a este novo estatuto!!! Meus parabéns" Vocês estão super corretos, só preciso saber para onde posso mandar a fatura da caixa de leite digerida pelos meus filhos, a conta das roupas, do colégio, enfim, dos gastos que eles me dão!! Porque já que palmadas não podem, vocês estão na verdade incentivando o terrorismo em relação a nós, pais e mães de família, que fazemos o possível para que eles "sejam coisas boas no futuro" (...)."

Apenas acrescentamos que na mentalidade por detrás da "Lei da Palmada" está a negação do pecado original e da tendência do ser humano para o mal. A educação com palmadas pedagógicas é muitas vezes necessária para colocar nossas crianças no reto caminho. Se não castigamos o mal e não premiamos o bem, não podemos depois lamentar o aumento da criminalidade e da corrupção moral e política da sociedade e de nossos governantes.

São Paulo, quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Congresso dá palmada na democracia brasileira

Autor: Edson   |   16:07   2 comentários



O projeto de lei conhecido como "Lei da Palmada" (PL 7.672) foi aprovado, nesta quarta-feira (14), na Câmara dos Deputados, em uma Comissão Especial constituída de parlamentares favoráveis ao projeto. Prova? O texto foi aprovado por unanimidade com leves alterações que tornaram ainda mais generalizado e cartilaginoso o objetivo de coibir "castigos fisicos" que resultem "em sofrimento" na educação de "crianças e adolescentes".

(Imagem acima: Dep. Líliam Sá, dep. Teresa Surita e dep. Érika Kokay. Foto: Larissa Ponce)

Democracia leva palmada no Congresso

Em atitude contrária aos tais "princípios democráticos" - cada vez mais transformados em entes de razão -, nas audiências públicas promovidas no Congresso, a Comissão Especial teve o cuidado de não convidar nenhum orador contrário ao projeto.

São Paulo, quarta-feira, 30 de novembro de 2011

"Lei da Palmada" e interferência estatal na família

Autor: Edson   |   16:32   5 comentários


Parece que o argumento de que a aprovação da "Lei da Palmada" (PL 7.672) será uma intromissão do Estado na família é o que mais incomoda os promotores desse projeto de lei de iniciativa do Governo Federal, pois ad nauseam negavam esse perigo.

Mas agora que a "Lei da Palmada" será colocada em votação e pode ser aprovada, o jogo começa a aparecer mais claramente.

Segundo o blog da deputada Teresa Surita (25/11/2011), relatora do projeto, "Estado não vai interferir na educação das famílias, mas que elas terão a obrigação de saber como educar a família dentro de “limites aceitáveis” (o negrito é meu).

Entendeu a tática?

Vou explicar, em uma primeira fase, quando é necessário acalmar a opinião pública, simplesmente se nega as objeções contrárias como loucas e descabidas. Depois, quando a Lei estiver para ser aprovada, então é só acrescentar uma conjunção coordenativa adversativa "mas" logo depois mesma oração que antes se usava para negar o argumento contrário, não esquecendo, é claro, de colocar uma vírgula antes do "mas".

Bom, agora surge a pergunta. E o que acontecerá com as famílias que não cumprirem essa "obrigação" e continuarem a aplicar pequenas correções físicas aos seus filhos?

Como afirmou o juiz  Reinaldo Cintra, não adianta falar que a nova lei será apenas educativa e não punitiva. "É claro que vai ter uma consequência para os pais, uma sanção. Senão, não era lei", afirmou Cintra (confira aqui).

Esse é o jogo das "modernas" democracias.

São Paulo, sexta-feira, 25 de novembro de 2011

O Estado vai ficar realmente dono das nossas crianças?

Autor: Marcos Luiz Garcia   |   11:43   2 comentários

A Folha de São Paulo publicou no último dia 23, na página Quotidiano, notícia de que um projeto de lei visando coibir toda forma de violência contra as crianças foi aprovado numa comissão da Câmara dos Deputados, em Brasília, e deve ser votado em plenário no mês que vem.

Segundo a notícia há dúvidas por parte de pais e especialistas sobre o acerto da medida. E ninguém sabe precisar qual é o limite a partir do qual um ato punitivo praticado pelo pai ou pela mãe passa ser qualificado como violência. E nesse caso, o pai ou a mãe pode ser afastado(a).

Outra discussão que corre paralelamente é o problema dificílimo da disciplina nas escolas. Psicólogos, professores e até psicanalistas, afirmam que a culpa é das famílias, que delegam para a escola aspectos da educação que deveria ser dada em casa.