Frase

"A Revolução Francesa começou com a declaração dos direitos do homem, e só terminará com a declaração dos direitos de Deus." (de Bonald).
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São Paulo, quinta-feira, 9 de maio de 2013

Lembranças de um tempo offline

Autor: Edson   |   11:59   1 comentário

Trabalho com computadores desde os 14 anos de idade, especialmente em programação e construção de sites, e “naturalmente” acompanhei o desenvolvimento tecnológico da informática nos últimos 16 anos. Digo “naturalmente”, assim, entre aspas, porque é tal a velocidade do avanço na ciência da computação que um lançamento, por exemplo, de uma nova placa hoje pode facilmente tornar-se obsoleta dentro de um ano, porque os softwares cada vez mais atualizados e avançados exigem peças, por sua vez, cada vez mais potentes. O que nos obriga a estar sempre nos atualizando nessa matéria. E o “natural” acompanhamento desse desenvolvimento tecnológico facilmente se transforma em uma imposição das circunstâncias criada pela própria velocidade da inovação.

Em 1999, quando concluía meu curso de Técnico em Processamento de Dados no Colégio Estadual do Paraná, vivíamos ainda na era do disquete. O pendrive, o CD regravável (nem se pensava em DVD), Skype, teleconferências com vídeo gratuita, recebimento de e-mail no celular, tablets, Ipads (sim, me recuso a aderir ao modismo da escola marxista de Bauhaus e iniciar essa palavra com o i minúsculo, tão ao gosto do hippie esquerdista Steve Jobs), HD’s com mais de 4 GB, músicas em formato mp3, etc., tudo isso fazia parte de ficção científica. Acredite.

Naquela época – para o mundo da informática parece que o tempo passa mais rápido e o decorrer de apenas uma década parece equivaler a eras inteiras -, então, como eu dizia, naquela época as redes sociais se reduziam as salas de bate-papo dos grandes portais de internet. Muitos desses contatos online depois se transformavam em contatos reais, seja por telefone ou mesmo com um encontro para uma conversa. Isso era considerado natural, embora não sem risco, para pessoas que ainda não viviam plugadas em um computador ou celular com acesso a internet 24 horas por dia.

Uma das sensações mais agradáveis da minha infância, até hoje me lembro, foi quando, certa noite, a luz do bairro inteiro se apagou. A televisão, ainda em forma de tubo, desligava-se forçosamente. Minha mãe, então, apalpava todas as gavetas do cômodo de seu quarto a procura de velas e da caixa de fósforos. Quando um palito era aceso fazia aquele barulho inconfundível do atrito da pólvora com a caixa e surgia um clarão forte, refletindo uma enorme e temível sombra de minha mãe na parede, para, em seguida, perder rapidamente a intensidade da luz que logo tornava a aumentar e a se estabilizar assim que o palito comunicava sua chama ao pavio da vela.

A luz que saia da vela não era tão estável e forte como a da lâmpada elétrica. Mas ela dançava com a leve corrente de ar que passava pelas frestas da casa fazendo um jogo misterioso de luzes e sombras.

Bom, vela acesa e luz restabelecida, mas, e agora? O que fazer?

Sem saber ao certo quando a luz elétrica voltaria, saímos para fora de casa e procurávamos ver a extensão da área do bairro comprometida com a falta de luz. Ficávamos no portão, à luz da lua, vendo as estrelas e conversando um pouco sobre o ocorrido. Aos poucos as famílias vizinhas também começavam a sair de suas casas.

Não demorava muito para que as crianças da rua – eu era uma delas – escapassem da atenção de seus pais e se reunissem para conversar – conversa de criança, é claro! – e, como sempre, a confabulação acaba em um rápido acordo de fazer alguma brincadeira, como por exemplo pique esconde. Por duas vezes ocorreu isso em minha vida e até hoje me lembro. Depois de meia hora, a luz voltava e as crianças ouviam com desgosto seus nomes sendo pronunciados em alta voz pelos seus respectivos pais. A brincadeira tinha terminado. Entrávamos novamente em nossas casas. A TV era religada e a novela, com atores e cenários visivelmente artificiais, continuava com seu blá blá blá. Sentávamos no sofá e não tinha mais nada para fazer do que se contentar com aquilo até que o sono chegasse.

Hoje em dia, nesta época dos popularizados jogos de vídeo games e da fácil aquisição de jogos piratas, parece que muitas crianças nem sabem o que é pique esconde. Desde a infância a sociabilidade mais inocente e natural é coibida pelas ofertas de felicidade oferecidas pelo mundo da seita cibernética -sim, isso mesmo, seita, mas seria longo demais explicar isso aqui.

Hoje as crianças estão cada vez mais soturnas e dependentes da informática. As pessoas estão cada vez mais conectadas com o mundo através das redes sociais e, ao mesmo tempo, mais solitárias no mundo real. O vocabulário das conversas decaiu, o rendimento escolar está cada vez pior, divórcios e adultérios aumentaram com os contatos virtuais, a TV é uma das grandes responsáveis pelo fim das conversas entre pais e filhos e as redes sociais, jogos e toda a internet estão colocando uma pá de cal no que sobrou.

Este post já está gigantesco e meu tempo de usar a internet já está também acabando. Apenas concluo que minha intenção é tentar iniciar um debate sobre os malefícios do uso descontrolado da internet, do computador, do celular e de toda parafernália eletrônica que inunda atualmente nossos lares. Já passamos da hora de controlar o uso dessas ferramentas e de colocar elas ao nosso serviço sem nos deixar escravizar pelas mesmas.

Há abundantes matérias já escritas por especialistas sobre os males psicológicos e fisiológicos que tudo isso pode gerar em nossas vidas, mas o que talvez falta enfatizar é que podemos viver a vida sem estar conectado à internet. Regular seu uso é necessário e abandonar as redes sociais seja talvez uma obrigação... isso se queremos realmente ter uma vida social.

Desculpe pela improvisação deste post, mas, acredite, existe vida offline, e se você não consegue viver uma semana sem estar plugado saiba que patologicamente você já está dependente, não importa o pretexto que utilize!

São Paulo, sexta-feira, 5 de abril de 2013

Vícios do século XXI

Autor: Edson   |   18:42   2 comentários

Gregorio Vivanco Lopes

Não me proponho a comentar algo, mas sim a reproduzir para o leitor testemunhos da maior valia a respeito de dois vícios que assolam este nosso século XXI.

O primeiro testemunho, a respeito das drogas, é de um especialista no assunto, Dr. Osmar Terra, que põe em realce quão absurdo é querer liberar seu consumo.

O segundo é a confissão de uma conceituada jornalista, Marion Strecker, uma das pioneiras da Internet no Brasil, cofundadora do UOL. Ela reconhece, meritoriamente, ter caído no chamado cibervício, enquanto muitos usuários compulsivos da Internet se negam a reconhecer sua dependência. Mas vamos aos depoimentos. Dispenso as aspas, pois tudo é citação.
*        *        *
Osmar Terra: “Enfrentar ou liberar as drogas?” (“O Globo”, 31-12-12)

O dilema entre enfrentar ou liberar as drogas no Brasil exige mais do que uma opinião ideológica ou sociológica sobre o tema. Um ponto central desse conhecimento científico sobre as drogas, e que é rigorosamente ignorado pelos defensores da liberação, é o de que a dependência química produz uma mudança estrutural, definitiva, no cérebro humano.

Essa estrutura modificada passa a comandar a motivação do dependente e irá direcionar seus interesses e ações na busca da droga, em detrimento de todas as demais atividades. Mesmo tratado, o dependente recairá de forma cíclica.

Como médico estudioso do assunto, como secretário estadual da Saúde que fui por oito anos no Rio Grande do Sul e ex-presidente do Conselho Nacional de Secretários de Saúde, afirmo que estamos diante do mais grave problema de saúde pública e de segurança no Brasil. A progressiva liberação das drogas produzirá uma oferta ampliada e multiplicará rapidamente o número de dependentes.

Todos os países que liberaram as drogas, como a Suécia, até 1969, e a China, no século XIX, tiveram que voltar atrás, em função dos problemas sociais e de segurança, e têm hoje leis duríssimas sobre o assunto. As experiências pontuais de liberação parcial do uso como a de Portugal fracassaram, aumentando o número de dependentes em tratamento e multiplicando os homicídios.

*        *        *

Marion Strecker: “Vício” (“Folha de S. Paulo”, 7-1-13)

No meio dos feriados, por puro vício, acabo abrindo a caixa de entrada de e-mails no celular. Vejo dezenas de e-mails enviados desde a véspera. Sem pensar muito, começo a selecionar aqueles que vou apagar sem ler. E, como sempre, vou deixar na caixa postal outros e-mails, para ler talvez um dia, talvez nunca.

Meu e-mail entrou em colapso. Às vezes perco mensagem importante soterrada numa pilha imensa de bobagens. O que seria solução virou também um problema que me consome muito tempo.

Poderia dizer o mesmo do Facebook, que só não abandono de vez porque virou uma imensa agenda de contatos. Mas vejo em volta, com meus amigos, como pode ser uma compulsão.

Penso nos dias angustiantes que precederam o momento em que me dei conta de que estava totalmente viciada em Internet. A produtividade em queda, a ansiedade em alta, a mania de pular de aparelho em aparelho, de aplicativo em aplicativo, de rede social em rede social, sem necessidade nenhuma, sem objetivo definido, vagando pelo mundo on-line como zumbi. Tento ser honesta comigo mesma e me pergunto: superei o vício? Controlei a compulsão? A resposta é não. Não tinha nenhuma compulsão antes da Internet. Não estou substituindo um vício por outro. Juro.

Olho minha filha de 14 anos, e ela está muito mais viciada que eu no seu iPhone. Usa Facebook, Twitter, WhatsApp, Instagram, essas coisas. Minha preocupação é a angústia, a ansiedade que a Internet é capaz de produzir. Eu conheço esse estado bem demais. É como andar de bar em bar, procurando algo que não se vai encontrar. É intoxicante. Faz mal à saúde.

Fonte: Instituto Plinio Corrêa de Oliveira

São Paulo, quarta-feira, 20 de março de 2013

Eutanásia para os Jovens

Autor: Edson   |   11:31   Seja o primeiro a comentar


Um jovem conversava com sua mãe sobre o sofrimento e os problemas da vida ... e o tema da eutanásia entrou em cena (morrer logo, sem sofrer, quando se está desenganado)...

O rapaz disse: "Mamãe, nunca me deixe viver em estado vegetativo, dependendo de máquinas e líquidos de uma garrafa. Se me vir nesse estado, desligue logo todos os aparelhos que me mantém artificialmente com vida. PREFIRO MORRER".

Então, a mãe se levantou, olhou para ele com cara de admiração e desligou:

A TV,
O DVD,
O CABO DE INTERNET,
O PC,
O MP3/4,
O PLAYSTATION 3,
O PSP,
A WIRELESS,
O TELEFONE FIXO,
TIROU O CELULAR,
O IPOD,
O BLACKBERRY
E RETIROU DA GELADEIRA A COCA-COLA E AS CERVEJAS!

E ela quase matou o menino!


São Paulo, terça-feira, 4 de dezembro de 2012

PT quer instalar ditadura online

Autor: Edson   |   15:19   2 comentários


REDAÇÃO CENTRAL, 29 Nov. 12 / 03:24 pm (ACI).- Em breve será votado na Câmara dos Deputados em Brasília o Projeto de Lei 2126-2011, conhecido também como “Marco Civil da Internet” ou simplesmente “Marco Civil”, que segundo entidades católicas e meios de imprensa viria a criar dispositivos através dos quais o governo brasileiro controlaria o uso da internet criminalizando condutas na rede contrárias àquilo que as autoridades definam como ofensivo aos direitos humanos e à diversidade.

Fontes anônimas da Agência ACI Digital informaram que o projeto, mesmo sendo contrário à opinião do povo e de diversas entidades, é aparentemente inofensivo, mas na verdade “é uma tentativa de amordaçar todos aqueles que falem contra os supostos direitos humanos como o aborto, a eutanásia ou o “casamento” homossexual. Sendo aprovado, sites e indivíduos católicos que se manifestarem contra estes pseudo-direitos e a “diversidade sexual” na internet estarão sujeitos ao controle do governo. Este projeto é uma ameaça para a liberdade de expressão e conveniente apenas para aqueles que querem estabelecer uma verdadeira ditadura”.

A estratégia de reinterpretação dos direitos humanos é conhecida e denunciada também em outros países por grupos como a plataforma cidadã HazteOír da Espanha, que em seu documento “Assalto e destruição à vida” denuncia que “fazia-se necessário forçar a reinterpretação dos direitos humanos fundamentais, de modo que estes incluíssem o direito ao aborto e os direitos dos homossexuais”.

“Estes últimos direitos nunca foram planejados ou incluídos pelos Estados signatários dos documentos da ONU quando estes foram ratificados”, afirma também o texto HO.

No Brasil, como uma denúncia chamada “Internauta rastreado pelo governo”os criadores do site www.marcocivilnao.com afirmam que “usando como pretexto a defesa dos diretos humanos, o governo tenta aprovar uma lei que permitirá que todos seus passos na internet sejam registrados”.

“Os nossos representantes na Câmara dos Deputados votarão o projeto de Lei nº 2126/2011 que pretende criar: “registros preventivos de toda movimentação na internet brasileira”. Ou seja, vão rastrear e guardar tudo que você faz na internet, afinal, você pode ser um potencial bandido”, denuncia também o site.

O projeto gerou críticas até de simpatizantes da esquerda como o colunista da Folha de São Paulo Elio Gaspari, quem afirmou em seu artigo do último dia 11 de novembro: "Com mão de gato, puseram pelo menos dois cascalhos no projeto do marco regulatório da internet que permitirão a censura da rede. Coisa de mágicos. Veja-se o parágrafo 3º do artigo 9º: "Na provisão de conexão à internet, onerosa ou gratuita, bem como na transmissão, comutação ou roteamento, é vedado bloquear, monitorar, filtrar, analisar ou fiscalizar o conteúdo dos pacotes de dados, ressalvadas as hipóteses admitidas na legislação".

“É o arcabouço do qual saiu o modelo chinês. A internet é livre, desde que cumpra as normas de serviço, portarias e regulamentos do governo”, afirmou Gaspari.

Blogs, sites e líderes católicos como o sacerdote da diocese de Cuiabá, o Pe. Paulo Ricardo de Azevedo, convidam o povo a reagir contra o projeto pedindo que os cidadãos se manifestem através de cartas ou ligações aos líderes dos partidos pedindo que os representantes da câmara votem contra o Projeto de Lei 2126-2011.

“Se isolado, ele pode parecer inocente (...) mas ele aplaina o caminho para o futuro controle da rede”, alerta o Pe. Paulo Ricardo.

Segue os contatos dos Líderes dos Partidos para ligar e pedir voto contrário ao PL 2126-2011

Deputado HENRIQUE EDUARDO ALVES
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Partido/UF: PMDB / RN / Titular
email: dep.henriqueeduardoalves@camara.leg.br
Telefone: (61) 3215-5539 – Fax: 3215-2539

Deputado BRUNO ARAÚJO
==================================================
Partido/UF: PSDB / PE / Titular
email: dep.brunoaraujo@camara.leg.br
Telefone: (61) 3215-5718 – Fax: 3215-2718

Deputado GUILHERME CAMPOS
==================================================
Partido/UF: PSD / SP / Titular
email: dep.guilhermecampos@camara.leg.br
Telefone: (61) 3215-5283 – Fax: 3215-2283

Deputado LINCOLN PORTELA
==================================================
Partido/UF: PR / MG / Titular
email: dep.lincolnportela@camara.leg.br
Telefone: (61) 3215-5615 – Fax: 3215-2615

Deputado ARTHUR LIRA
==================================================
Partido/UF: PP / AL / Titular
email: dep.arthurlira@camara.leg.br
Telefone: (61) 3215-5942 – Fax: 3215-2942

Deputado RIBAMAR ALVES
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Partido/UF: PSB / MA / Titular
email: dep.ribamaralves@camara.leg.br
Telefone: (61) 3215-5729 – Fax: 3215-2729

Deputado ANTONIO CARLOS MAGALHÃES NETO
==================================================
Partido/UF: DEM / BA / Titular
email: dep.antoniocarlosmagalhaesneto@camara.leg.br
Telefone: (61) 3215-5939 – Fax: 3215-2939

Deputado ANDRÉ FIGUEIREDO
==================================================
Partido/UF: PDT / CE / Titular
email: dep.andrefigueiredo@camara.leg.br
Telefone: (61) 3215-5940 – Fax: 3215-2940

Deputado JOVAIR ARANTES
==================================================
Partido/UF: PTB / GO / Titular
email: dep.jovairarantes@camara.leg.br
Telefone: (61) 3215-5504 – Fax: 3215-2504
Deputado RUBENS BUENO
==================================================
Partido/UF: PPS / PR / Titular
email: dep.rubensbueno@camara.leg.br
Telefone: (61) 3215-5623 – Fax: 3215-2623

Deputado ANDRE MOURA
==================================================
Partido/UF: PSC / SE / Titular
email: dep.andremoura@camara.leg.br
Telefone: (61) 3215-5846 – Fax: 3215-2846

Deputado ANTONIO BULHÕES
==================================================
Partido/UF: PRB / SP / Titular
email: dep.antoniobulhoes@camara.leg.br
Telefone: (61) 3215-5327 – Fax: 3215-2327

Deputada JAQUELINE RORIZ
==================================================
Partido/UF: PMN / DF / Titular
email: dep.jaquelineroriz@camara.leg.br
Telefone: (61) 3215-5408 – Fax: 3215-2408

Deputado ANTONIO CARLOS MENDES THAME
==================================================
Partido/UF: PSDB / SP / Titular
email: dep.antoniocarlosmendesthame@camara.leg.br
Telefone: (61) 3215-5624 – Fax: 3215-2624

Deputado SARNEY FILHO
==================================================
Partido/UF: PV / MA / Titular
email: dep.sarneyfilho@camara.leg.br
Telefone: (61) 3215-5202 – Fax: 3215-2202

Deputado JÂNIO NATAL
==================================================
Partido/UF: PRP / BA / Titular
email: dep.janionatal@camara.leg.br
Telefone: (61) 3215-5671 – Fax: 3215-2671

Deputado DR. GRILO
==================================================
Partido/UF: PSL / MG / Titular
email: dep.dr.grilo@camara.leg.br
Telefone: (61) 3215-5645 – Fax: 3215-2645

Deputado JOSÉ HUMBERTO
==================================================
Partido/UF: PHS / MG / Titular
email: dep.josehumberto@camara.leg.br
Telefone: (61) 3215-5267 – Fax: 3215-2267

Deputado AUREO
==================================================
Partido/UF: PRTB / RJ / Titular
email: dep.aureo@camara.leg.br
Telefone: (61) 3215-5581 – Fax: 3215-2581

Deputado EDIVALDO HOLANDA JUNIOR
==================================================
Partido/UF: PTC / MA / Titular
email: dep.edivaldoholandajunior@camara.leg.br
Telefone: (61) 3215-5484 – Fax: 3215-2484

São Paulo, quarta-feira, 25 de julho de 2012

O bom senso materno e paterno no controle dos jogos de internet utilizados pelos filhos

Autor: Paulo Roberto Campos   |   09:56   Seja o primeiro a comentar


A revista Catolicismo deste mês (edição Nº 739) publica uma entrevista muito proveitosa para os pais de família. A entrevistada é a Sra. Elizabeth Woolley — norte-americana fundadora do Online Gamers Anonymous (Jogadores Anônimos Online). Ela alerta os pais sobre o perigoso mundo da internet e dos videogames, que poderá viciar seus filhos.

Tendo como objetivo auxiliar as famílias a controlar e salvaguardar os pequenos dos malefícios dos jogos de computador, aqui transcrevo a entrevista com a Sra. Woolley.
Elizabeth Woolley com a foto do filho
Aos pais, um apelo ao dever 


Catolicismo — A senhora poderia explicar por que fundou Online Gamers Anonymous?
 
Sra. Wooley — Em 2002, meu filho Shawn viciou-se em um jogo chamado Everquest. Em três meses ele largou o emprego, foi despejado de sua casa e ficava a noite inteira acordado jogando no computador. Apesar de nossos ingentes esforços para auxiliá-lo a restabelecer a normalidade em sua vida, ele cometeu suicídio um ano e meio mais tarde. Pouco tempo depois de seu suicídio, concedi uma entrevista ao “Milwaukee Journal Sentinel”, e foi então que me dei conta de quantas famílias estão sendo destruídas e sofrem como a minha. Em 2002 eu decidi fundar o site Online Gamers Anonymous para ajudar essas pessoas a terem um lugar para se encontrar e saberem que não estão sozinhas. Faço questão de informar que esses jogos podem assumir o controle de suas vidas da mesma forma como o álcool e as drogas. Alguns jogadores me disseram que a pessoa pode tornar-se viciada em menos de 24 horas. Assim, ao passar dos jogos sociais para os jogos que provocam o vício, ela não consegue voltar atrás. Esses jogos podem tornar-se a droga preferida, devendo ser considerados como tal. O nosso website www.olganon.org divulga pesquisas sobre o modo como esses jogos afetam as crianças, prejudicando o seu normal crescimento e seu desempenho social, e procura alertar os pais a esse respeito. Organizamos diversas reuniões semanais nas quais os viciados contam a sua história e apoiam-se mutuamente no esforço de abandonar o vício, além de debaterem muitos assuntos relacionados com o problema deles.

Catolicismo — A senhora daria algum conselho aos pais que têm videogames em casa?

Sra. Wooley — O elemento crucial é garantir uma vida equilibrada aos filhos. Eles não podem ser criados com base em uma só atividade, pois do contrário vão ter problemas. Mesmo quando a criança protesta, a missão dos pais é dizer “não”, e guiá-los para outras atividades. Ser pai ou mãe não é fácil, mas posso garantir que a vida podia ser perfeitamente normal antes da existência de videogames. Como pais, precisamos encontrar ou criar outras atividades para os nossos filhos que não sejam somente a de fazê-los sentar-se diante de uma tela de computador. Isso significa engajá-los em esporte, em encontros sociais e atividades educacionais. Mas é necessário oferecer-lhes opções. Se a criança disser que não quer abandonar o jogo, é preciso estabelecer limites ou então ela acabará tendo problemas.


Catolicismo — Que tipo de pessoa tem inclinação para tornar-se viciada e quais são as consequências?
Sra. Wooley — Qualquer pessoa pode se viciar. Certas universidades confessam que o videogame é responsável por uma grande porcentagem de desistências. Muitas delas mantêm agora psicólogos para tratar do problema do vício no jogo entre os alunos. Estão também investigando se os estudantes estão envolvidos em videogames antes de lhes conceder bolsas de estudo. Elas sabem que podem estar perdendo uma bolsa se o candidato for um viciado. Eu conheço diversos pais que perderam as economias aplicadas no estudo dos filhos por causa disso. Muitos jovens que estão sendo arrastados para esse vício são de fato gênios. Eles são bastante inteligentes e cheios de motivação. A prova é que muitos desses jogos exigem horas de esforço tedioso, concentração e paciência. É triste ver todo esse potencial intelectual sendo jogado no lixo. Além das considerações que se podem fazer sobre o modo pelo qual o videogame prejudica as vidas e a educação, temos que levar em conta o quanto se poderia ganhar caso esses jovens capazes estivessem resolvendo os reais problemas da sociedade. Os videogames se tornaram em vez disso um poderoso fator de estupidificação da sociedade. Às vezes, pessoas já crescidas e com emprego sério podem ficar viciadas. Eu conheço várias delas que possuíam trabalho e casa, mas perderam tudo por causa dos videogames. Houve um caso extremo de um senhor na Flórida que perdeu seu emprego e teve que ir viver na rua. Ele acabou arranjando trabalho num restaurante a fim de conseguir dinheiro suficiente para ir ao gaming café, onde fica jogando o resto do dia. Quando o gaming café fecha, ele vai dormir na rua e no dia seguinte repete a mesma coisa. Muitos pais deixam a família para terem mais tempo de jogar. Eles perdem completamente a preocupação pelos filhos, porque tudo quanto eles julgam poder fazer é jogar. Mulheres adultas são mais inclinadas a engajar-se em jogos sociais como Farmville, SIMS e Second Life, porque gostam de fazer coisas conjuntas. Isso frequentemente causa problemas, pois as mulheres casadas acabam deixando os maridos e a família, abandonando os próprios filhos, para estarem com uma pessoa do jogo. Há muitos exemplos disso. Um caso extremo foi o do casal coreano que deixou o filho real morrer de má nutrição porque passavam todo o tempo disponível cuidando do “filho virtual”.
 
Catolicismo — A maioria dos videogames dá às crianças uma sensação de que elas são algo ou que estão realizando alguma coisa. Isso é errado?
Sra. Wooley — Um dos perigos maiores é precisamente o de ser muito fácil obter uma sensação de valor e realização através do jogo. Se a pessoa não consegue um resultado ou não gosta do que fez, pode recomeçar até conseguir o resultado certo. Bem, a vida real não é assim. A vida real não é tão fácil e com frequência não se tem uma segunda oportunidade. Com isso, por contraste, a criança fica desanimada com a vida real e termina abandonando-a inteiramente. Ela diz a si mesma: “Isto é muito difícil”, e foge de volta para os jogos. Tal atitude representa um perigo enorme para a vida social da criança. Em vez de satisfazer seus desejos de coisas como valor e realização através de intercâmbio social, ela os obtém por meio dos jogos. Desta forma ela não tem a experiência necessária da vida real, especialmente do sofrimento normal da vida, e não aprende a lidar com bons e maus momentos. Vida real não é fácil para ninguém, e permitir que uma criança use jogos como droga para fugir da vida real não vai ensiná-la a lidar com ela. Eu pude comprovar isso em meu filho. No jogo ele podia facilmente fazer o que queria e sentir-se realizando algo. Ao mesmo tempo, ele não estava usando seu tempo para cuidar de sua vida real, de modo que não havia nada para sustentá-lo. A um certo ponto ele passou a não se importar mais com o futuro e de como progredir na vida real. Se a maior parte de seu tempo é usada nos jogos, não haverá tempo suficiente para aprimorar a educação, habilidades e amizades na vida real. Todos aqueles que de fato queiram realizar algo na vida precisam abandonar os jogos e se dedicar à vida real.

Catolicismo — Qual é a sua mensagem aos pais que usam videogames para ajudar a entreter seus filhos?
Sra. Wooley — Eu tenho visto muitas atitudes irresponsáveis de pais que desejam usar os videogames como babás. Isso infelizmente acontece porque muitos pais são com frequência eles próprios jogadores. Primeiramente, não é bom pai aquele que dá à criança um jogo de computador para que ela não o amole. Ocupe-se de seu filho na vida real! Conheci um pai que ensinou seu filho de três anos a jogar com ele World of Warcraft, achando que se conseguisse tornar a criança viciada naquele jogo, poderia vir a ter um melhor relacionamento com ela. Faço questão de dizer aos pais que jogar tais jogos com os filhos não pode ser chamado de relacionamento, uma vez que durante os mesmos não há quase nenhuma troca de palavras; o modo de a criança se relacionar com qualquer coisa durante o jogo é unicamente através dos controles. Em segundo lugar, recomendo aos pais que não permitam a nenhuma criança de menos de 16 anos jogar esses jogos ligados à Internet, e ponto final. Além de nunca se saber contra quem eles estão jogando, os pedófilos estão sempre imaginando meios de se conectarem com crianças através desses jogos. Os pais imaginam que é seguro por ser dentro de casa, mas não é. Dar aos filhos o jogo de Internet é como colocá-los num bar público sozinhos. Há também o seguinte: muitas vezes os pais me dizem que não têm outra saída senão dar à criança o que ela quer, acabando não se dando conta do conteúdo do jogo. Esses jogos podem ter material sexual explícito, palavras imorais, uso de drogas, violência imoderada e destruição. Se isso estivesse num filme, apenas a violência já colocaria o filme na categoria “R” (proibido para menores de 17 anos). Apesar de a maior parte das famílias cristãs com as quais falo serem incapazes de dar a seus filhos um filme classificado como “R”, elas os deixam jogar jogos violentos. Isso lhes é muito prejudicial.

Catolicismo — E se os filmes não forem violentos e online?

Sra. Wooley — O simples fato de não serem violentos nem on-line não significa que não sejam perigosos. Seria o mesmo que dizer que está bem dar às crianças drogas não violentas. Nunca é demais lembrar que videogames devem ser considerados como possíveis drogas, não se podendo permitir a ninguém de se tornar viciado nelas. É certo que, quando um jogador cruza a linha entre o poder decidir quando jogar e o ser forçado a jogar, sua mente foi já reprogramada pelo vício. Ele não está jogando porque quer, mas porque precisa. Nesse ponto, ele começa a odiar o jogo, mas não pode mais parar. Sua vida se despedaça e ele entra no círculo vicioso de sentir-se culpado e ter “euforias” nos jogos. Depois cai novamente na sensação de culpa e volta ao jogo, onde tudo recomeça. Ao “datilografar” constantemente o teclado nos jogos, ele se torna desumanizado, dando menor importância aos próprios sentidos, não saindo de casa para fazer exercício ou tomar sol e comer algo decente: ele se torna uma concha humana. Eu ainda julgo que se deveria pesquisar mais a respeito disso, mas já há suficiente informação de como os jogos afetam especialmente os jovens, atrofiando o seu crescimento mental e sua capacidade de se relacionar socialmente. Isso foi um dos aspectos que me chocaram a respeito de meu filho. Ele parou de falar com as pessoas, inclusive comigo, sua mãe. Antes de começar a jogar os videogames, ele era como todos nós: tinha um futuro, planos, amigos e um emprego. Após tornar-se viciado, foi como se uma luz na sua cabeça tivesse sido desligada: desinteressou-se totalmente de como deveria passar a vida real, não se importando mais sobre o que poderia acontecer-lhe no futuro, perdeu completamente suas metas e princípios. Parou de pensar na realidade e tornou-se deprimido. Sua personalidade mudou radicalmente e ele se tornou anti-social. Essa é a razão pela qual eu sempre digo que tais jogos podem reprogramar o cérebro da pessoa, transformando-a em outro indivíduo. Os amigos de meu filho ficaram abismados de quanto ele efetivamente mudou.

Catolicismo — A senhora poderia dar um exemplo de pais que acabaram intervindo tarde demais?
Sra. Wooley — Um dos garotos que conheci era um jovem canadense de 15 anos chamado Brandon. Ele começou a jogar um jogo chamado Call of Duty e seus pais, apesar de saberem que aquilo lhe estava causando problemas, não encontravam um meio de fazê-lo parar. Brandon considerava-se uma pessoa muito poderosa no jogo, e não queria largá-lo devido a essa sensação de importância que estava adquirindo e por ser alvo de atenção. Em 2008, seus pais finalmente decidiram pôr um freio na história e lhe tiraram o jogo. Brandon acabou fugindo de casa. Algumas semanas mais tarde, alguns caçadores descobriram seu cadáver a 10 quilômetros de onde residia. Parece que ele teria saltado de uma árvore.

São Paulo, segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Geração “T”

Autor: Ivan Rafael   |   19:29   2 comentários

Pessoas incapazes de ter um senso crítico agora têm nome. No site de notícias IG (23/8/11), foi publicada uma curiosa matéria rotulando de geração “T” as pessoas que sabem tudo o que acontece, sem saber o por quê.

Faz parte dessa classificação todos aqueles que se limitam apenas em assistir a vida, mas não são capazes de desenvolver um senso crítico. A letra “T” vem de “testemunha”, explica o site. Embora se empregue a palavra geração, esse defeito não se delimita a uma faixa etária.

São Paulo, quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Em anexo um vírus! Ignorar?

Autor: Edson   |   17:27   1 comentário

Ivan Rafael de Oliveira
(O autor é meu irmão, sim, e daí?)

Duas novas máquinas de falsificar a realidade foram desenvolvidas no Japão, elas prometem deformar virtualmente a cor e o sabor dos alimentos e mesmo produzir sensações de gosto e tatos. Elas foram apresentadas em dois artigos do portal de notícias Terra, nos dias 15 de setembro e 14 de outubro desse ano.

A primeira delas, já pronta e testada, é uma máquina de realidade virtual. Criada pelo professor Michitaka Hirose, da universidade de Tókio, foi apelidada de “Metacookie+”. É uma espécie de capacete que altera virtualmente a cor e o cheiro dos alimentos, isto é, quando o portador da máquina come um biscoito de um sabor, o aparelho capta a imagem e ilude a pessoa a enxergar e sentir o cheiro de um biscoito de outro sabor.


A outra máquina, ainda em desenvolvimento, trabalha impulsos elétricos aplicados diretamente no cérebro. Projetada pelo professor Adrian K. Cheok, da universidade de Keio, ela fará o organismo experimentar sensações de toque e gosto através de meios eletrônicos, como internet e celular. Cheok pretende com seu experimento dar as pessoas sensações de gostos de alimentos como pirulitos, vinhos, biscoitos etc. Mesmo abraços poderiam ser dados via internet e a uma mensagem de texto se acrescentaria um gosto, podendo ser doce ou amargo conforme o que combine.

As duas máquinas são alegadas como “bem intencionadas”. Por exemplo, dar possibilidades de experimentar comidas diversas e aumentar e melhorar o contato de pessoas distantes. Seriam até uns belos brinquedinhos novos para se divertir na internet, que poderiam mesmo servir de ajuda psicológica para diabéticos e pessoas com doenças de pele. Mas será que não poderia estar vindo em anexo a essa mensagem de esperança e progresso um efeito maléfico muito acima de qualquer um desses benefícios pretendidos?

Sarah Lacy, colunista do site Tech Crunch, alerta que essa tecnologia pode trazer sérias complicações, tanto éticas quanto legais. Para ela, é fácil pensar em coisas produtivas para se fazer, mas é também fácil pensar em coisas perigosas, principalmente se tratando da internet. Ela questiona “por que esperar que as coisas vão parar só no abraço?”. Lacy mostra preocupação, sobretudo com as crianças com acesso a internet, relembrando os casos de pedofilia cada vez mais constantes através das redes.

Aproveito para fazer algumas perguntas: Estariam realmente cientes das possibilidades de uso desses equipamentos aqueles que os estão desenvolvendo? Até onde chegariam as hipóteses de uso? Uma pessoa que porte os dois equipamentos ao mesmo tempo até que ponto poderá acreditar naquilo que vê? O que mais poderá ser criado de ilusão para os usuários? Para finalizar, estas máquinas não poderiam ser aplicadas como armas para controlar mentes?

Nátaly Dauer, colunista do site de tecnologia Geek, lembra que “toda nova tecnologia está sujeita a bons e maus usos, vide a física nuclear, responsável por incríveis avanços médicos e científicos, mas também pela bomba atômica.”

Lembro que o modo como os vírus entram em nossos computadores, são em sua maioria, através de falsas propagandas, que nos oferecem aquilo que nos atrai. Mas quando aceitamos a propaganda e se, pior ainda, ignoramos o aviso do nosso antivírus, aí já é tarde!

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Comentário deste blog:

Cabe lembrar aqui aos nossos queridos leitores, o que foi escrito pelo Professor Plinio Corrêa de Oliveira em seu livro "Revolução e Contra-Revolução" em 1959, os negritos e sublinhados são meus:

"A REDENÇÃO PELA CIÊNCIA E PELA TÉCNICA: A UTOPIA REVOLUCIONÁRIA

"De qualquer maneira, depositando toda a sua confiança no indivíduo considerado isoladamente, nas massas, ou no Estado, é no homem que a Revolução confia. Auto-suficiente pela ciência e pela técnica, pode ele resolver todos os seus problemas, eliminar a dor, a pobreza, a ignorância, a insegurança, enfim tudo aquilo a que chamamos efeito do pecado original ou atual.

"Um mundo em cujo seio as pátrias unificadas numa República Universal não sejam senão denominações geográficas, um mundo sem desigualdades sociais nem econômicas, dirigido pela ciência e pela técnica, pela propaganda e pela psicologia, para realizar, sem o sobrenatural, a felicidade definitiva do homem: eis a utopia para a qual a Revolução nos vai encaminhando.

"Nesse mundo, a Redenção de Nosso Senhor Jesus Cristo nada tem a fazer. Pois o homem terá superado o mal pela ciência e terá transformado a terra em um “céu” tecnicamente delicioso. E pelo prolongamento indefinido da vida esperará vencer um dia a morte." (Parte I, Capítulo XI, item 3)